O futebol, como a vida, nem sempre recompensa quem mais luta. Às vezes, ele é cruel, decidido nos detalhes, em um lance, em um segundo, em um vacilo, uma bola que teima em não entrar. E foi exatamente assim que o Vasco da Gama viveu esta final da Copa do Brasil de 2025 contra o Corinthians nessa noite de domingo(21) quando foi vencido pelo placar de 2 x 1 em um Maracanã lotado de mais de 67 torcedores, sendo mais de 63 mil vascaínos. O título não veio, é verdade. Mas quem acompanhou cada minuto dessa decisão sabe: faltou troféu, jamais faltou alma.
O Vasco jogou com o coração na chuteira, com a história estampada no peito e com o peso de uma camisa que nunca se escondeu nos momentos difíceis. Foi um time que não se apequenou, que enfrentou o desafio de frente, que competiu, lutou, correu e acreditou até o último apito. Em finais assim, o placar não conta tudo. Conta a postura, conta a entrega, conta o respeito à própria torcida.
Perder dói. Dói porque o Vasco esteve perto, porque merecia mais, porque mostrou futebol, raça e organização. Mas há derrotas que não envergonham, pelo contrário, engrandecem. Esta foi uma delas. O detalhe que separou o Vasco do título não apaga o caminho percorrido durante todo o campeonato, nem o espírito demonstrado dentro de campo.
A torcida reconheceu. Cantou, apoiou, empurrou e acreditou o time do início ao fim. Ah! se aquele chute no finalzinho do garoto Thiago Mendes tivesse direção do gol, e se o chute do craque Rayan não tivesse esbarrado no zagueiro do timão. Mas enfim, futebol é assim feito de erros e acertos e quem erra menos é agraciado com a vitória. E saiu de cabeça erguida, porque viu um Vasco que se reconectou com sua essência: gigante, valente e inconformado com a derrota. Isso, no futebol, vale muito. É o alicerce de conquistas futuras.
Como diz a frase que resume essa final: não é como você cai que define quem você é, mas como você se levanta. E o Vasco já mostrou inúmeras vezes ao longo da sua história que sabe cair, se reconstruir e voltar ainda mais forte.
Parabéns, Vascão. O título escapou por um detalhe, mas a dignidade, a garra e o orgulho de ser Vasco permaneceram intactos. Que essa final seja não um ponto final, mas um ponto de partida. A história segue, e ela sempre reservou capítulos grandiosos para quem nunca deixou de lutar.
Parabéns, ao Corinthians pelo tetra campeonato da Copa do Brasil.
(*) Eterno torcedor vascaino
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