Ministro da Previdência diz que governo não sabia sobre envolvimento do número 2 na fraude do INSS


Wolney Queiroz é ministro da Previdência Foto: Wilton Junior/Estadão

O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, afirmou nesta quinta-feira, 18, que o governo Lula não tinha conhecimento sobre o envolvimento do número dois da pasta, Adroaldo Portal, no esquema de fraudes nas aposentadorias do INSS. Adroaldo foi preso nesta manhã.

Segundo o ministro, o secretário-executivo foi exonerado logo após a nova fase da Operação Sem Desconto deflagrada nesta quinta-feira. “Nós não tínhamos qualquer informação real do envolvimento do Adroaldo com nenhum tipo de ato suspeito, ilícito”, disse Wolney, ao ser questionado se o governo sabia da eventual participação do servidor no esquema.

A secretaria-executiva ficou a cargo de Felipe Cavalcanti, agora ex-consultor jurídico da pasta e procurador federal de carreira. Ele foi apresentado por Wolney nesta quinta-feira.

Wolney afirmou ainda que continua com a determinação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “conter a crise, cuidar dos aposentados e estabelecer a integridade e a governança no ministério”.

“Seguimos nessa mesma toada de buscar os responsáveis. Esse governo não protege ninguém, tanto que há ampla liberdade da CGU e da PF”, afirmou o ministro.

Wolney disse não saber de detalhes sobre a participação de Adroaldo em esquema de descontos associativos. Informou apenas que, antes da diligência contra o secretário-executivo, o ministro da Controladoria-Geral da União, Vinícius Marques de Carvalho, lhe informou que haveria o afastamento, mas sem detalhes sobre as suspeitas.

A única informação que eu recebi foi do ministro Vinicius Carvalho, da CGU, me dando conhecimento que, naquele instante, estaria havendo uma fase da operação e que um dos alvos era o meu secretário-executivo e que estaria sendo pedido sua prisão domiciliar.”

Jornalista de formação, Adroaldo Portal já trabalhou no gabinete do senador Weverton Rocha (PDT-MA) e em cargos do Congresso Nacional ligados a políticos do PDT. Weverton foi alvo de busca e apreensão na operação desta quinta-feira.

O Estadão

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