Israel anuncia morte de chefe do Hamas; grupo acusa israelenses de buscar fim do cessar-fogo


Um palestino sobre os escombros de edifícios destruídos em Khan Yunis, no sul da Faixa de Gaza, em 13 de dezembro de 2025, após um cessar-fogo mediado pelos EUA que pôs fim à guerra de dois anos. Com a maioria dos edifícios de Gaza destruídos ou danificados pelos militares israelenses, milhares de tendas e abrigos improvisados ??agora se alinham nas áreas limpas dos escombros. Foto: Bashar Taleb/AFP


As Forças de Defesa de Israel (IDF) confirmaram, neste sábado, 13, em comunicado no X, a morte de Raed Saad, identificado como chefe do quartel-general de produção de armas do Hamas e um dos principais arquitetos dos ataques de 7 de outubro. A operação, realizada na Cidade de Gaza, teve como alvo um veículo que transportava o comandante.

Em declaração conjunta, o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu e o ministro da Defesa Israel Katz afirmaram ter ordenado a ação em resposta a um atentado com dispositivo explosivo contra o Exército ocorrido mais cedo.

O Exército israelense destacou que Saad, um dos últimos veteranos da alta hierarquia militante na Faixa de Gaza, desempenhou papel de liderança na violação do acordo de cessar-fogo vigente desde outubro, supervisionando a continuidade da produção de armas durante a trégua. As autoridades militares avaliam que sua eliminação degrada significativamente a capacidade do grupo de restabelecer seu poderio bélico.

Em seu canal no Telegram, o Hamas classificou o ataque como um “crime” que alvejou um “carro civil” a oeste da cidade de Gaza. O grupo afirmou que a ação confirma que Israel busca deliberadamente “minar e fracassar o acordo de cessar-fogo através da escalada de suas contínuas violações”.

O movimento palestino responsabilizou o que chamou de “governo de ocupação fascista” pelas consequências do ataque e pelas violações sistemáticas do acordo, citando ataques contra líderes e ativistas, além da manutenção do cerco e do bloqueio à ajuda humanitária.

O Hamas exigiu ainda que os mediadores e os países garantidores do acordo assumam suas responsabilidades e ajam rapidamente para conter as ações de Israel.

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