O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin Imagem: Alexander Nemenov/AFP
A Rússia afirmou hoje que mantém um acordo de parceria estratégica com a Venezuela. A declaração ocorre em meio às tensões entre Estados Unidos e o país sul-americano.
Rússia e Venezuela assinaram um pacto estratégico em maio, durante visita do presidente Nicolás Maduro a Moscou. O acordo, que foi devidamente aprovado pelos parlamentos e ainda não tinha sido divulgado, foi formalizado somente em outubro, segundo a CNN. O pacto vai da colaboração por energia, mineração, comunicações e transporte, até segurança e combate ao terrorismo e ao extremismo.
Vladimir Putin diz que mantém "obrigações contratuais" com a Venezuela. De acordo com a agência russa Tass, o governo russo confirmou estar "em contato com nossos amigos na Venezuela" e reafirmou que cumpre compromissos de defesa firmados entre os dois países,
Moscou diz preferir calma e caminho pacífico na região. Em comentário à Tass, Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, declarou que a Rússia "quer que tudo permaneça em um caminho pacífico e que não surjam novas situações de conflito na região".
Venezuela mantém sistemas de defesa de origem russa e possui a defesa aérea mais avançada da América Latina. De acordo com a CNN, a Venezuela possui sistemas antiaéreos e caças de fabricação russa, e que Maduro afirmou ter 5.000 mísseis de defesa posicionados em pontos estratégicos.
Tensões entre Venezuela e EUA
EUA realizaram ataques a embarcações no Caribe, mas Washington nega decisão sobre incursões na Venezuela. Desde setembro, militares norte-americanos atacaram embarcações em águas internacionais no Caribe e Pacífico. A Casa Branca afirmou que o presidente Trump negou decisão sobre possíveis ataques dentro da Venezuela.
Maduro afirmou que "nenhum país estrangeiro tem direito de interferir na soberania venezuelana". O líder também reiterou que a parceria com a Rússia é "estratégica e pacífica", voltada a fortalecer a defesa nacional.
Relação entre Caracas e Washington segue abalada. As tensões se intensificaram desde que os EUA restabeleceram sanções econômicas ao petróleo venezuelano em abril, após o regime de Maduro impedir a candidatura da oposição nas eleições previstas para 2025.
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