O Grupo de Pesquisa e Extensão Observatório das Políticas Afirmativas Raciais (Opará), da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), recebeu, na última quarta-feira (19), o Prêmio Benedicto Galvão, honraria concedida pela Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo (OAB SP), na categoria Educação e Pesquisa.
A cerimônia de entrega da 14ª edição da premiação foi realizada na sede da OAB SP, na capital paulista. O evento integrou as comemorações pelo Dia da Consciência Negra e celebrou personalidades e iniciativas que atuam na promoção da igualdade racial e no combate ao racismo.
Reconhecido por sua atuação, o Observatório Opará trabalha no monitoramento e na avaliação das políticas de ações afirmativas raciais no serviço público, identificando lacunas e propondo melhorias para sua efetividade. Além de pesquisas baseadas em evidências, desenvolve ações de incidência e advocacy, como participação em eventos, produção de artigos e emissão de notas técnicas para órgãos públicos e instituições.
Internamente, pautou no Conuni a reparação das vagas da Lei nº 12.990/2014 e contribuiu para mudanças nos procedimentos dos concursos, tornando a Univasf pioneira nesse processo. Em 2025, realizou o 1º Simpósio sobre Questão Racial em Petrolina e já organiza a segunda edição, prevista para 2026, no Rio de Janeiro. No último mês de outubro lançou o livro “A Mão Invisível do Racismo Institucional e a Sabotagem da Lei de Cotas Raciais (Lei nº 12.990/2014).
Formado por pessoas de diferentes gêneros, raças e trajetórias acadêmicas e profissionais, o coletivo conta com integrantes da Univasf e colaboradores externos, vinculados a diversas instituições de ensino, pesquisa, extensão e inovação. Esses profissionais atuam de forma articulada com as pesquisadoras e os pesquisadores do grupo, fortalecendo a produção de conhecimento e o impacto das ações desenvolvidas.
Segundo a coordenadora do Opará, a docente do Colegiado de Engenharia Agronômica da Univasf, Ana Luisa Araujo, a atuação do grupo busca promover transformações concretas nas políticas públicas, e o prêmio concedido pela OAB-SP reconhece esse compromisso. “Receber o Prêmio Benedicto Galvão representa o reconhecimento público e a legitimação do compromisso do Observatório Opará com a produção de conhecimento baseada em evidências, articulando ações afirmativas, reparação histórica e transformação social. Para nós, essa honraria fortalece o diálogo com a sociedade e reforça a importância de transformar pesquisa e extensão em ações concretas para a promoção da equidade racial, além de confirmar que nossas investigações têm gerado resultados consistentes e reconhecidos”, ressaltou a docente.
Portal Univasf
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