Convocação da Seleção Brasileira: Richarlison de novo, Ancelotti?

Por Taciano Medrado*

Olá carissimos sofridos torcedores da seleção canarinho. Mais uma  lista saiu. E com ela,  saiu também a paciência de parte da torcida brasileira. Carlo Ancelotti, técnico multicampeão e nome de respeito mundial, divulgou nesta segunda-feira(3) os convocados para os amistosos contra Senegal e Tunísia, e entre novidades, jovens promissores e escolhas coerentes… lá está ele novamente: Richarlison. 

Tanta insistência nos leva a crer que o critério usado por Ancelotti não é o de quem esta gozando da competência técnica, no momento, mas no caso do cabelo dourado  da apadrinhamento. Dizem os fofoqueiros de plantão que Ancelotti e Richarlison criaram uma relação de paizão e filho carente, estou começando a acreditar nessa hipótese. Afinal, quem acompanha as atuações de Richarlison pela seleção nota que está muito abaixo do que ele apresenta no seu clube na Europa. 

Sim, Richarlison, atacante que já entregou raça, suor e gols pela Seleção, mas que hoje vive uma fase que está longe de justificar a camisa amarelinha com tamanha frequência. O torcedor pergunta, com razão: Até quando a Seleção será um lugar para recuperar atleta e não premiar desempenho?

A convocação traz boas novidades. Vitor Roque, do Palmeiras, e Luciano Juba, do Bahia, foram incluídos. Fabinho, do Al-Ittihad, surge pela primeira vez na era Ancelotti. Jogadores merecedores, com futuro e competitividade. Mas a sensação de “avanço” esbarra na velha insistência em nomes já conhecidos e, no momento, pouco consistentes.

CONVOCADOS – BRASIL

Goleiros: Bento, Ederson, Hugo Souza

Defensores: Alex Sandro, Danilo, Caio Henrique, Militão, Fabrício Bruno, Gabriel Magalhães, Luciano Juba, Marquinhos, Paulo Henrique, Wesley

Meio-campistas: Andrey Santos, Bruno Guimarães, Casemiro, Fabinho, Paquetá

Atacantes: Estevão, João Pedro, Luiz Henrique, Matheus Cunha, Richarlison, Rodrygo, Vini Jr, Vitor Roque

Quando Ancelotti foi anunciado, a promessa implícita era clara: critério, renovação e meritocracia. O Brasil vive um jejum incômodo e precisa retomar a competitividade global. E isso começa nas escolhas. Não basta nome, história ou lembrança, Seleção não é museu, é vitrine do agora.

O torcedor brasileiro, cansado de discursos e experimentos, pede objetividade: quem está rendendo precisa jogar; quem não está, precisa esperar.

Se a missão é reconstruir a Seleção, que seja com coragem. O país do futebol não pode viver de passado nem de convicções pessoais. O mérito não pode continuar assistindo ao jogo do banco de reservas.

Para Ancelotti, o recado é direto e urgente: a Seleção precisa ser de quem merece, e não de quem já esteve lá e não performou. E não digam que é implicância minha com Richarlison, mas sim com o péssimo futebol que tem apresentado jogado com a camisa verde e amarela. O resultado? derrota ridículo, de virada,  para o Japão depois de está vencendo por  2 x 0 . 

Por fim, alguém tem que dizer a Ancelotti que nenhum treinador que quis bancar uma de paizão se deu bem. É preciso separar o CNPJ do CPF.

(*) TMNews do Vale
Opinião Editorial

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