Por: Taciano Medrado*
Tic Tac... O relógio da democracia já começou a contar. Ontem me perguntaram: "Professor quem o senhor acha que deveria ser eleito ou reeleito para deputado estadual por Juazeiro? ". Respondi: " e o que estão ai existem como parlamentares? e quanto a quem deveria ser eleito, confesso que tento buscar pela memória e não encontro nenhum nome habilitado a tal cargo, nem na esfera estadual quanto na federal, aliás essa última há décadas que Juazeiro deixou de ter um representante no Congresso Nacional .
Faltando quase um ano para o povo brasileiro decidir quem fica e quem sai do poder e fazer justiça com o voto e exonerando os oportunistas de plantão e maus políticos, aqueles que traíram a confiança do povo, que prometeram mudança e entregaram descaso, que se esconderam atrás do mandato para se beneficiar às custas de quem trabalha e paga impostos.
Faltando quase um ano para o povo brasileiro decidir quem fica e quem sai do poder e fazer justiça com o voto e exonerando os oportunistas de plantão e maus políticos, aqueles que traíram a confiança do povo, que prometeram mudança e entregaram descaso, que se esconderam atrás do mandato para se beneficiar às custas de quem trabalha e paga impostos.
Juazeiro, a Bahia e o Brasil não aguentam mais os mesmos rostos, as mesmas desculpas e os mesmos vícios da velha política. Chega de enganação, chega de corrupção disfarçada de discurso bonito, chega de políticos que só lembram do povo quando o calendário eleitoral bate à porta. O voto é o nosso instrumento de exoneração. É com ele que podemos mandar para casa aqueles que usaram o poder para se servir, e não para servir.
Durante o próximo ano, eles vão aparecer de novo, com sorrisos falsos, promessas recicladas e palavras ensaiadas. Mas o povo não pode cair nas mesmas armadilhas. Memória é arma. É hora de lembrar quem sumiu quando a cidade precisava, quem votou contra os interesses do povo, quem se calou diante das injustiças.
As eleições de 2026 serão o momento de virar a página, de separar o trigo do joio, de mostrar que o poder não pertence aos gabinetes, mas às urnas. Cada voto é uma caneta que assina a exoneração de um político que falhou, ou a recontratação de quem trabalhou de verdade.
Basta! É hora de acabar com o conformismo e com o “deixa pra lá”. O Brasil só muda quando o povo muda sua postura. E o primeiro passo é votar com consciência, com coragem e com indignação ativa.
Em 2026, que o povo use o voto como sentença.
Que exoneremos, de uma vez por todas, os que transformaram a política em negócio.
E que a esperança renasça, não das promessas, mas das atitudes.
Porque o verdadeiro poder não está no cargo, está nas mãos do povo.
Quem não serve ao povo, será exonerado pelo povo!
(*) Professor e analista político
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