Ministros Sabino e Fufuca – Desembarque ou pulando do trem?



Por Taciano Medrado – Colunista do TMNews do Vale


Olá Caríssimos,

A recente movimentação política envolvendo os ministros Sabino e Fufuca deixou o cenário de Brasília mais turbulento do que vagão de trem em curva fechada. Afinal, o que realmente aconteceu? Teriam os ministros “desembarcado” do governo com elegância, em um gesto político calculado, ou simplesmente “pulado do trem” em movimento, empurrados pelas circunstâncias e pela inevitável falta de espaço no convés do poder?

Depois de Sabino anunciar permanência no governo, agora é a vez do ministro dos Esportes, André Fufuca, ser afastado do partido. O ministro dos Esportes, André Fufuca (PP-MA), foi afastado nesta quarta-feira (8) do Progressistas. A decisão foi comunicada pelo presidente da legenda, Ciro Nogueira.

Na mesma ocasião, o ministro do Turismo, Celso Sabino, anunciou que vai permanecer à frente da pasta até o ano que vem, contrariando a ordem da direção nacional do União Brasil para o desembarque da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em política, os gestos falam mais alto do que as palavras. O tal “desembarque” pode parecer, aos olhos do público, um ato de independência e coerência, mas, nos bastidores, muitos sabem que quando a locomotiva começa a perder velocidade — ou quando o maquinista já não inspira confiança — os primeiros a saltar são justamente aqueles que temem ser arrastados junto com o maquinário.

Os partidos aos quais os ministros são filiados pressionavam para que ambos deixassem os cargos no governo. No caso do afastamento de Fufuca, o Progressistas fez o anúncio por meio de uma nota oficial.

Sabino e Fufuca, até pouco tempo pilares da base, agora parecem buscar refúgio em trilhos alternativos, talvez antecipando tempestades que se anunciam no horizonte. O problema é que, ao fazerem isso, deixam evidente a fragilidade de um governo que começa a dar sinais de desgaste e de desorganização interna.

A metáfora do trem cai como uma luva: quem está no comando precisa garantir que os passageiros certos permaneçam a bordo até o destino final. Mas, quando as promessas não se cumprem e os vagões começam a ranger, cada um busca o seu próprio freio de emergência.

Desembarque ou fuga, tanto faz o nome — o fato é que a debandada mostra que nem todos confiam mais na rota traçada. E se o trem continuar nesse ritmo, pode não haver estação segura à vista.

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