Lula x Trump: A última cartada de um governo desgastado e desacreditado: Acusação sem provas

Entre acusações sem provas e o desespero político, Lula tenta desviar o foco dos reais problemas do país

Por: Taciano Medrado*

Olá, caríssimos!

Mais uma vez, o presidente Lula recorre à velha tática da vitimização e do diversionismo político. Em sua mais recente e desesperada investida, durante um encontro com o ex-presidente norte-americano Donald Trump, o petista acusou, sem apresentar qualquer prova, o ex-presidente Jair Bolsonaro de ter tramado sua morte e a do ministro Alexandre de Moraes. Uma afirmação gravíssima que, em qualquer democracia séria, exigiria evidências concretas e não apenas palavras ao vento.

Na iminência de mais uma tentativa fracassada de reunião com Trump, e em uma atitude desesperada de reverter o tarifaço e as sanções da Lei Magnitsky impostas aos ministros do STF, Lula teria afirmado a Trump que foi uma inverdade o que foi dito sobre o julgamento de Bolsonaro, em carta enviada pelos Estados Unidos, usada para justificar a taxação ao Brasil.

O presidente disse, na manha dessa segunda-feira(27), que explicou a Trump que o julgamento foi “muito sério, com provas muito contundentes”.

E apelou de vez ao afirmar, sem apresentar provas:

“Eu disse para ele a gravidade do que eles tentaram fazer no Brasil. Disse a ele que eles têm um plano para matar a mim, para matar meu vice-presidente, matar Alexandre de Moraes.”

A verdade é que essa “última cartada” soa mais como um grito de desespero de um governo que já não encontra respaldo popular, atolado em escândalos, contradições e uma evidente perda de credibilidade. Quando faltam resultados, cria-se inimigos. Quando a popularidade despenca, inventam-se complôs.

Lula tenta, assim, reacender uma narrativa de “perseguição” que o consagrou politicamente no passado, mas que hoje soa repetitiva e sem consistência. O povo brasileiro, cansado de discursos inflamados e promessas não cumpridas, quer soluções concretas: segurança, emprego, saúde e respeito às instituições, e não acusações de bastidores dignas de um roteiro de novela política.

Enquanto isso, o país segue mergulhado em crises reais: aumento da violência, economia estagnada e uma polarização que só se aprofunda a cada discurso irresponsável vindo do próprio Palácio do Planalto. O Brasil precisa de serenidade e liderança, não de espetáculos retóricos e teorias conspiratórias sem lastro.

No fim das contas, a “última cartada” de Lula parece mais uma jogada para tentar manter acesa a chama da militância e distrair os brasileiros dos verdadeiros problemas. Mas, como diz o velho ditado, quem joga cartas marcadas uma hora é desmascarado.

O Brasil precisa de líderes, não de atores.

(*) Professor e redator chefe do TMNews do Vale

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