Um conjunto de estudos realizados pela Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf) está comprovando que os fertilizantes líquidos Humifosfato® 28plus (fosfatado) e Humifosfato® 2plus (potássico) superam significativamente o desempenho dos adubos sais tradicionais no cultivo de mangueiras 'Palmer'. Os resultados do estudo, liderados pelo professor da Univasf Ítalo Herbert Lucena Cavalcante, revelam benefícios que vão desde a redução de perdas ambientais até a melhoria na sanidade fisiológica das plantas.
O trabalho está sendo desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Fruticultura do Vale do São Francisco (Frutvasf), em parceria com a Seiva do Vale e a empresa desenvolvedora da tecnologia, a portuguesa Tecniferti. O experimento começou no final de 2023.
Lixiviação reduzida
Segundo o relatório do estudo, os fertilizantes líquidos demonstraram uma eficiência importante na retenção de nutrientes, com redução de 35% na lixiviação de fósforo e 57% na de potássio em comparação com os adubos convencionais. Ou seja, os nutrientes não estão sendo dispersados no solo. Essa vantagem é atribuída às substâncias húmicas presentes na formulação dos produtos, que atuam como verdadeiros protetores nutricionais no solo.
Os estudos mostraram que o uso das doses intermediárias (entre 50% e 75%) dos fertilizantes líquidos proporcionaram o melhor equilíbrio. No caso do fósforo, o relatório aponta que essas dosagens melhoraram a disponibilidade de magnésio, potássio e silício, enquanto no potássio, otimizaram a absorção de cálcio, magnésio e zinco. O tratamento com 50% de potássio líquido foi particularmente eficaz, alcançando os melhores resultados nutricionais.
Estresse salino menor
Além da eficiência agronômica, os produtos demonstraram efeitos protetores contra o estresse salino. As plantas tratadas com os fertilizantes líquidos tiveram menor mortalidade e sintomas reduzidos de salinidade, mesmo em condições de solo desfavoráveis, descreve o relatório. Essa característica é especialmente valiosa para regiões semiáridas, como o Vale do São Francisco, onde a salinização é um desafio constante.
Os pesquisadores recomendam o uso dos fertilizantes líquidos em dosagens ajustadas (entre 35% e 50% para fósforo e entre 36,1% e 100% para potássio), conforme as necessidades do solo. O estudo destaca que essa abordagem não só reduz custos, como também minimiza impactos ambientais, tornando a produção de manga mais sustentável.
Fonte: G1- Seiva do Vale
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