Que “gesto” fará o "superministro 11 em 1 " após a decisão do julgamento de Bolsonaro daqui a 5 dias?



(*) Taciano Medrado

Olá caríssimo(a)s leitore(a)s,

As atenções para o julgamento, já condenado, do ex-presidente da República Federativa do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, nos próximos 5 dias (de 02 a 12/09), estão voltadas não para o desfecho final — pois esse já é previsível diante das circunstâncias pelas quais o processo vem sendo conduzido, recheado de contradições, lacunas e demonstração clara de parcialidade. 

O que realmente se aguarda é:  qual será o gesto a ser utilizado pelo “superministro 11 em 1”, já que ele se notabilizou em transformar cada decisão em espetáculo, com coreografias próprias para cada ocasião.

Quem não se lembra do famoso gesto da guilhotina em um dos julgamentos feitos pelo TSE contra Bolsonaro, quando o “superministro” presidia aquela corte? E o mais recente gesto, inapropriado para um magistrado, diante de milhares de torcedores na Arena Neo Química, durante uma partida do Corinthians pelo Brasileirão, quando recebeu uma sonora vaia? O que virá agora? Essa é a grande expectativa.

Que “gesto” fará o "superministro",   após a decisão do julgamento de Bolsonaro daqui a 5 dias? Essa é a pergunta que paira no ar como sombra daquilo que já se tornou rotina no Brasil: a política convertida em espetáculo e a justiça transformada em protagonista de novela.

Não se trata apenas de um julgamento, mas de uma encenação cuidadosamente acompanhada pela opinião pública, em que cada gesto, cada palavra e cada silêncio pode ser interpretado como vitória ou derrota. O ministro " 11 em 1 ",  figura central desse enredo, parece ter nas mãos não apenas a caneta, mas também o script da narrativa que se desenrola diante da sociedade.

E Jair Bolsonaro? Resta-lhe o papel de réu que, mesmo fora do poder, continua a dividir o país entre defensores apaixonados e críticos implacáveis. 

A dúvida que resta é: após cinco dias, teremos confirmado o que se esperava, ou seja, a ratificação do script ensaiado e reensaiado de uma encenação típica dos teatros da época medieval onde o que importava era alegrar ao rei. Nesse caso me parece que falta o bobo da corte de nove dedos pra comemorar.

Enquanto isso o povo brasileiro e o mundo  seguem assistindo a esse teatro democrático — ora com aplausos, ora com vaias — mas sempre com a sensação de que os verdadeiros problemas da nação ficam à espera de um gesto muito maior: o de governar de fato para o povo e não para uma bandeira vermelha comunista.

(*) Professor e analista político 

Importante: Precisamos, mais do que nunca, da sua ajuda para continuar no ar. Entre nessa luta com a gente: doe via PIX (20470878568) ou PIX (tgmedra@hotmail.com)


Não deixe de curtir nossa página www.profesortacianomedrado.com e no  Facebook e também Instagram para acompanhar  mais notícias do TMNews do Vale (Blog do professor TM)


Envie informações e sugestões para o TMNews do Vale  pelo   e-mail: tmnewsdovale@gmail.com

Faça um comentário

Postagem Anterior Próxima Postagem