Governo Trump planeja restrições contra autoridades brasileiras na Assembleia da ONU, diz agência

Presidentes do Brasil, Lula, e dos EUA, Donald Trump — Foto: Alan Santos/PR e Gustavo Moreno/STF


Depois de revogar o visto contra autoridades palestinas que iriam até a Assembleia Geral da ONU neste mês, o governo dos Estados Unidos planeja novas sanções contra outros países no evento, que ocorrerá em Nova York.

Entre os alvos está o Brasil, que tradicionalmente ocupa um lugar de destaque na reunião dos membros, que ocorre no dia 22 de setembro. Além das autoridades brasileiras, também seriam alvo de restrições e sanções as delegações do Irã, Sudão e Zimbábue. As informações são da Associated Press citando um memorando interno do Departamento de Estado.

Parte dessas restrições seria relacionada a capacidade para viajar para fora da cidade de Nova York, impedindo contatos com outras autoridades dos Estados Unidos e até mesmo reuniões bilaterais fora do estado.

A possibilidade da revogação de vistos também não é descartada, porém, não deve ser adotada contra esse grupo de países, segundo o memorando.

Essa reportagem destaca que não há informações se as potenciais restrições afetariam o presidente Lula ou membros do governo. O brasileiro será, como é tradição, o primeiro orador da reunião da Assembleia Geral.

Os movimentos de diplomatas seriam severamente limitados. Além disso, há uma proposta de impedir as autoridades de realizar compras em grandes lojas de atacado exclusivas para membros da ONU.

A medida seria mais uma forma de retaliação ao governo brasileiro após o tarifaço de 50% contra produtos importados. Parte dessa retaliação acontece por motivos políticos e não econômicos, especialmente pela defesa do presidente americano, Donald Trump, ao ex-presidente brasileiro Jair Bolsonaro, que é julgado pelo STF.

Trump pede o fim do julgamento e já estabeleceu restrições contra o ministro do Supremo Alexandre de Moraes, e outros ministros da corte.

A AP afirma que o Departamento de Estado estava analisando também a elaboração de regras que permitiriam impor termos e condições para a adesão a clubes atacadistas por todos os diplomatas estrangeiros nos EUA.

Fonte: CBN 

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