Em mais um de seus discursos recheados de “gafes", o presidente do pais, Lula 3 do PT, resolveu dar sua aula magna sobre economia popular. Ao falar sobre o gás, soltou mais uma das suas pérolas de fazer inveja a qualquer sociólogo e economista: “para um país dar certo, ele precisa garantir que muitos tenham pouco dinheiro”. Ou seja: o sucesso do Brasil, na lógica dele, é o povo na miséria e o governo no luxo. Receita pronta: menos dinheiro no bolso do trabalhador, mais poder na mão dos políticos.
Interessante lógica. Parece até um manual de como manter o povo sempre dependente, com a mão estendida, enquanto uma pequena elite política se farta do erário. Afinal, quanto menos dinheiro no bolso do trabalhador, mais forte fica a narrativa da esmola travestida de “programa social”.
No fim, a equação é simples: menos prosperidade para o povo, mais controle para quem governa. E, ironicamente, ainda chamam isso de justiça social. É quase como dizer que para a cozinha funcionar bem, o fogão precisa estar apagado.
Se essa é a receita do “país que dá certo”, já sabemos quem está cozinhando o prato — e não é o povo brasileiro.
Por fim, o que Lula quis dizer pode está refletido nessas tres interpretações:
1. Lula explica a economia: “Para o país dar certo, muitos têm que ter pouco dinheiro.” Resumo do plano: povo quebrado, governo milionário.
2. Discurso sobre o gás: “Para um país dar certo, muitos precisam ter pouco dinheiro.”
Tradução popular: pobre sempre apertado, político sempre folgado.
3. Lula e sua fórmula do sucesso: “Pouco dinheiro para muitos = país que dá certo”. Rápido, simples… e cruel.
(*) Taciano Medrado
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