Penitenciária Dr Edvaldo Gomes, em Petrolina — Foto: Emerson Rocha / g1 Petrolina
A suspensão das funções inclui o recolhimento das identidades funcionais dos investigados, além de armas e outros materiais que ainda estejam em posse deles.
A portaria também determina o envio de cópia da documentação à Corregedoria da Secretaria de Defesa Social, que será responsável por instaurar processo administrativo disciplinar contra os policiais penais envolvidos.
Entenda o caso
Segundo a nota da PCPE, a investigação foi iniciada em maio de 2024, com o objetivo de identificar e desarticular organização criminosa voltada à prática de corrupção ativa e passiva, lavagem de dinheiro e introdução de aparelho celular em presídio.
Os mandados foram cumpridos por 100 policiais civis, entre delegados, agentes e escrivães. As investigações contaram com apoio da Polícia Civil da Bahia. A operação, batizada de “Publicanos”, é comandada pela Delegacia de Crimes contra a ordem tributária (DECCOT) e pelo grupo de operações especiais (GOE).
g1 - Petrolina e região
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