(COMBO) Esta combinação de imagens de arquivo criada em 10 de julho de 2025 mostra o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (à esquerda), falando durante uma coletiva de imprensa em Tóquio em 27 de março de 2025, e o presidente dos EUA, Donald Trump, falando durante um almoço multilateral com líderes africanos na Sala de Jantar de Estado da Casa Branca em Washington, DC, em 9 de julho de 2025© Kazuhiro NOGI
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou nesta sexta-feira (11) falar sobre tarifas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "agora", mas deixou a porta aberta para o futuro e voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro, um "homem bom".O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou nesta sexta-feira (11) falar sobre tarifas com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva "agora", mas deixou a porta aberta para o futuro e voltou a defender o ex-presidente Jair Bolsonaro, um "homem bom".
"Talvez em algum momento eu fale com ele, mas agora não", respondeu.
Lula também não tem a intenção de chamá-lo.
"Eu não tenho que conversar com o Trump até agora. Eu não tenho nenhuma razão", garantiu Lula ao canal Globonews após o anúncio das tarifas. Seu governo negocia com Washington há meses.
Nesta sexta-feira, Trump voltou a reclamar do tratamento dado a Bolsonaro.
"Estão tratando o presidente Bolsonaro de forma muito injusta. Ele é um homem bom. Eu o conheço bem. Negociei com ele", declarou a jornalistas.
"Era um negociador muito duro, e posso assegurar-lhes que era um homem muito honesto e que amava o povo brasileiro", disse Trump.
"Não deveria gostar dele, porque era muito duro negociando, mas também era muito honesto, e eu conheço os honestos e os corruptos", insistiu o presidente republicano.
Bolsonaro é acusado de liderar uma "organização criminosa" que planejou um golpe de Estado para permanecer no poder após sua derrota eleitoral. Ele nega.
Na quarta-feira, em uma carta dirigida a Lula, Trump justificou a imposição das tarifas com o argumento de que Bolsonaro não deveria ser julgado e pela "relação comercial muito injusta" com o Brasil.
Na verdade, os números oficiais brasileiros mostram um superávit comercial sustentado por quase duas décadas a favor dos Estados Unidos.
Mesmo entre janeiro e junho, a relação foi equilibrada: 41,7 bilhões de dólares, dos quais 20,02 bilhões (111 bilhões de reais) para exportações do Brasil e 21,69 bilhões (120 bilhões de reais) para produtos americanos, segundo dados do governo brasileiro.
Lula, que derrotou Bolsonaro por uma margem estreita nas eleições de 2022, considera a reação de Trump uma "interferência" e insiste que "ninguém está acima da lei".
AFP(bgs-erl/nn/dd/aa)
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