O movimento libanês indicou, através de vários comunicados, que os seus combatentes lançaram durante a madrugada de hoje uma série de projéteis contra "concentrações de soldados" e posições do "inimigo israelita" em Kfar Giladi, Honin, Al-Jardah, Zarit e Melia.
Os "'mujahideen' [combatentes] da Resistência Islâmica" atacaram também com mísseis "uma escavadora militar sionista que tentava abandonar as proximidades do sítio de Ramya", referiu o grupo xiita.
Outro
ataque com uma série de mísseis teve como alvo "uma fábrica de materiais
explosivos" numa base militar em Haifa, no norte de Israel, assegurou o
Hezbollah, reiterando que estes lançamentos são "em apoio ao povo
palestiniano em Gaza e em defesa do Líbano e do seu povo".
Entretanto,
os ataques aéreos israelitas continuam contra cidades no sul do Líbano, onde um
edifício de três andares "foi completamente destruído" em Kawthariya
al-Siyad, em Tiro, segundo a agência nacional de notícias libanesa NNA, que não
reportou vítimas.
Israel
e o Hezbollah enfrentam-se há um ano numa divisão, um confronto que nas últimas
semanas atingiu outro nível com uma intensa campanha de bombardeamentos
israelitas contra o Líbano, incluindo Beirute, que já provocou mais de 2.200
mortos e 1,2 milhões de deslocados.
O
Irão instou a ONU a condenar o ataque israelita a um hospital de campanha do
Crescente Vermelho iraniano, na fronteira entre o Líbano e a Síria, na
quarta-feira, classificando-o como uma "crime de guerra".
"A
República Islâmica do Irão solicita ao Conselho de Segurança que condene da
forma mais forte possível este crime hediondo", afirmou o embaixador
permanente iraniano na ONU, Amir Saeid Iravani, segundo a agência de notícias
IRNA.
"O
Conselho de Segurança deve cumprir o seu dever de proteger os civis, os trabalhadores
de ajuda humanitária e as instalações médicas", disse Iravani, que
classificou o ataque ao hospital de campanha como uma "clara violação do
direito humanitário internacional" e um "crime de guerra
indiscutível".
O
embaixador do Irão na ONU disse que esta instalação humanitária iraniana foi
estabelecida na fronteira entre o Líbano e a Síria, depois de informar a Cruz
Vermelha Internacional, "a fim de prestar ajuda vital aos civis libaneses
deslocados e às vítimas dos bombardeamentos israelitas".
O
Irã é um dos principais aliados do Hezbollah e lidera também o chamado Eixo da
Resistência, uma aliança anti-Israel formada pela milícia libanesa, pelo grupo
islamita palestiniano Hamas e pelos rebeldes Huthis do Iêmen, entre outros.
Fonte: Portal Notícias ao Minuto
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