Oficialmente a serviço de Lula, Lewandowski será o veículo condutor “natural” das relações (e dos recados) do governo com o STF.
(*) Claudio Humberto
A
nomeação de Ricardo Lewandowski para o Ministério da Justiça não surpreendeu a
ninguém, nem mesmo as pedras portuguesas encardidas da Praça dos Três Poderes.
Pareceu jogo combinado, dos movimentos para antecipar sua aposentadoria ao
breve período na advocacia de luxo, passando pela chocante presença em evento
do MST, tudo parecia encaminhado para a troca de zagueiros de confiança de Lula
(PT) no Supremo Tribunal Federal (STF). A troca de cadeiras com Flávio Dino.
Interlocutor
oficial
Oficialmente
a serviço de Lula, Lewandowski será o veículo condutor “natural” das relações
(e dos recados) do governo com o STF.
Ninguém
esquece
O
novo ministro preocupa especialistas em segurança pública, que não esquecerem:
ele é uma espécie de “pai” das audiências de custódia.
Impunidade
garantida
Presos
em flagrante são levados a audiências de custódia em até 24 horas, o que,
segundo fontes policiais, resulta na soltura de 70% deles.
Mão
que lava outra
Acusado
ligações ao PT, Lewandowski cumpriu papel, às vezes solitário, reconhecido pelo
maior beneficiário: o presidente que agora o nomeou.
Fonte: Diário
do Poder / O Boletim
(*)
Cláudio Humberto Rosa e Silva é um jornalista brasileiro, colunista e
editor-chefe do Diário do Poder. Sua coluna é reproduzida em jornais de todo o
Brasil.
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