A síndrome do pânico é um transtorno que desencadeia crises de ansiedade repentina e intensa, acompanhadas por sintomas físicos como uma forte sensação de medo ou desespero, mesmo quando a pessoa não está diante de perigo ou ameaça.
Durante
esse momento, vários neurotransmissores relacionados à reação de luta ou fuga
são disparados no cérebro. Isso acontece pois o corpo envia um estímulo ao
hipotálamo, uma região do cérebro, que amplia a sensação de adrenalina e outras
substâncias. Isso, por sua vez, resulta em sintomas como pupilas dilatadas,
batimentos cardíacos e respiração acelerados.
Além
dos sintomas físicos, também se sente um medo intenso, desespero e uma sensação
de perda de controle. Por não saber o que está acontecendo, a pessoa acredita
que pode estar tendo um ataque cardíaco ou um AVC.
Quando
essas crises são frequentes e sem um fator desencadeante, estamos diante de um
transtorno ou síndrome do pânico. Com o tempo, a pessoa passa a temer sofrer
essas crises em locais onde seria difícil obter socorro ou fugir. Por esse
motivo, ela evita sair de casa e realizar atividades que lhe proporcionam
prazer.
Por
esse motivo, antes que esse transtorno se agrave e torne a vida da pessoa
limitada, é fundamental iniciar o tratamento com um médico psiquiatra.
Fonte: Brasil 61
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