Foto-imagem G1
Não
obstante assistirmos tantas aberrações travestidas de projetos de lei serem
aprovadas pelos deputados – fieis representantes do povo - enfim um momento de lucidez da Câmara dos
Deputados. A proibição de um famigerado projeto de lei que trata do uso da linguagem
neutra em órgãos públicos “inventado” por cabeças desprovidas de cérebro e repletas
de titica de galinha dos esquerdistas comunistas.
É
sabido que militantes de esquerdas adoram criar termos no mínimo esquisitos, fruto
de um vocabulário chulo extraídos das cartilhas vermelhas. A língua portuguesa
se originou do latim vulgar e está presente em quatro continentes. Além do
Brasil, ele é o idioma oficial de Angola, Cabo Verde, Guiné Bissau, Moçambique,
São Tomé e Príncipe e Portugal.
Aproximadamente
230 milhões de pessoas têm a língua como idioma nativo, tornando-a o 8° dialeto
mais falado do mundo. O português passou a ser ainda mais difundido em 1996,
quando surgiu a Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) com o
objetivo criar parcerias e melhorar a colaboração entre os países. Mas sua
origem é bastante remota.
No
intuito de “empurrar” goela abaixo a tal neutralidade de gêneros, os simpatizantes e defensores da comunidade
LGBTQIAPN+, tentam analfabetizar a língua pátria “inventando” termos como: “todes”,
“todxs”, “amigues” e “amigxs para satisfazer as pessoas não binárias (que não
se identificam nem com o gênero masculino nem com o feminino) ou intersexo e para
que essa pessoas se sintam representadas.
Porém,
ha um exagero nessa intenção, já que aquelas pessoas que se enquadram na comunidade
LGBTQIAPN+, já possuem suas convicções firmes, e o fato de ser chamado de ele
ou ela é apenas uma questão
de pronome e em nada irá fazê-lo mudar. A justificativa de que o objetivo de
substituir o artigo masculino genérico “e” ou “a” não passam de “babaquice.
Exigir
que as repartições ou órgãos públicos adotem essa sandice é ir de encontro ao “Vocabulário Ortográfico da Língua Portuguesa.
Por
fim ha de se louvar, pelo menos dessa vez, os deputados que aprovaram, por 257 votos a 144, uma emenda
do deputado Junio Amaral (PL-MG) para proibir o uso de “novas formas de flexão
de gênero e de número das palavras da língua portuguesa, em contrariedade às
regras gramaticais consolidadas”.
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