Da Redação
Por: Taciano Medrado
No dia
04 de outubro de 2023, o rio São Francisco, popularmente conhecido por Velho
Chico, comemora 522 anos de existência. É um dos mais importantes cursos
de água do Brasil e da América
do Sul.
O
rio passa por cinco estados e 521 municípios, sendo sua nascente geográfica no
município de Medeiros e sua nascente histórica na serra
da Canastra, no município de São Roque de Minas, centro-oeste de Minas
Gerais.
Seu
percurso atravessa os estados de Minas Gerais e da Bahia, determina ao
norte a fronteira entre a Bahia e Pernambuco e
constitui a divisão natural entre os estados de Sergipe e Alagoas, vindo
por fim a desaguar no Oceano Atlântico. Seu comprimento medido a partir
da nascente histórica é de 2 814 quilômetros, mas alcança os 2 863
quilômetros quando medido a partir da nascente geográfica.
Sua
bacia hidrográfica tem uma área de aproximadamente 641 000 quilômetros
quadrados.
O
rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e
tem seis usinas hidrelétricas. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com
cerca de 1 371 quilômetros de extensão, entre Pirapora (em
Minas Gerais) e Juazeiro (na Bahia) / Petrolina (em
Pernambuco), e o baixo, com 208 quilômetros, entre Piranhas (em Alagoas) e a foz, no Oceano
Atlântico.
Os aluviões recentes,
os arenitos e calcários,
que dominam boa parte da bacia de drenagem,
funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas nos meses
de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (em Minas Gerais), Januária (em
Minas Gerais), e até mesmo em Carinhanha (na
Bahia), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho.
As
partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons índices pluviométricos, enquanto seus cursos
médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75%
do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas
Gerais, cuja área da bacia, ali inserida, é de apenas 37% da área total.
A
área compreendida entre a fronteira Minas Gerais–Bahia e a cidade de Juazeiro
(na Bahia), representa 45% do vale e contribui com apenas 20% do deflúvio
anual. Mesmo quando penetra a zona sertaneja semiárida,
consegue manter-se perene, apesar da intensa evaporação,
da baixa pluviosidade, e dos afluentes temporários
da margem direita. Tem seu volume d'água diminuto, mas não totalmente, graças
ao mecanismo de retroalimentação proveniente de seu alto curso e de afluentes
no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho, o período das cheias
ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação
chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação
seca.
Fonte: Wilkpédia
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