"O
governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) liberou, na terça-feira (4), a maior
quantidade de recursos em emendas parlamentares durante a atual gestão. Ao
todo, foram liberados R$ 2,1 bilhões em um único dia.
A
liberação se dá às vésperas da semana mais importante para o governo no ano,
com a possibilidade de aprovação final do arcabouço fiscal e da reforma
tributária na Câmara dos Deputados.
O
Palácio do Planalto separou R$ 2.134.704.275 em emendas parlamentares, a maior
parte emendas de bancadas estaduais. É a fase chamada, no jargão técnico, de
“empenho” – quando o governo se compromete com um determinado gasto." (CNN Brasil)
È
inegável que o descondenado Luiz Inácio Lula da Silva foi conduzido ao poder pelo
“Sistema” e aproveitando dessa oportunidade começa a colocar em prática seu projeto
ardiloso e viril de vingança. Só cego não vê!
Quem
a pouco mais de seis meses acreditava que o Congresso Nacional encabeçado pela
Câmara dos deputados fosse ser uma pedra no sapato do petista se enganou redondamente,
afinal se dizia que a oposição teria maioria e iria “travar” os projetos do
atual governo. Mas como todo “homem” - e a
que se entenda - todo deputado ou senador
não tem seu preço?
Para
aprovar seus desejos, Lula tem aberto os cofres públicos e liberados fortunas
para os parlamentares através das chamadas emendas. Foi assim que fez para
aprovar a indicação de seu maior defensor e admirador, o advogado Zanin para o
STF, bilhões caíram nos colos dos deputados e senadores.
Sempre
que o governo Lula tem um projeto a ser apreciado pela câmara dos deputados, a
chave do cofre é usada sem nenhum despudor e de forma escancarada.
A aprovação do projeto da Reforma Tributária foi mais um exemplo. A Câmara dos Deputados aprovou na madrugada desta sexta-feira (7) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 45/2019, que trata da reforma tributária. O texto-base foi aprovado em segundo turno pelo placar de 375 SIM, a 113 votos NÃO. Dentre esses votos de sim aparecem até de deputados do PL, partido do ex-presidente Bolsonaro .
Quatro destaques para alterar pontos do texto serão discutidos em sessão marcada para as 10h. Depois disso, a PEC segue para o Senado, onde será analisada a partir de agosto, após o recesso parlamentar. Reveja
E alguém tem dúvidas que lá no Senado o projeto será ratificado e endossado? Eu não tenho.
Para aprovar o projeto da reforma tributária, o hipnotizador de serpentes e “dono das chaves do erário público” atendeu os pedidos dos Estados do sul e sudeste tornando-os ainda mais fortes na questão da distribuição de recursos. Havia duas opções para servir de balizamento. Cada Estado com um voto, o que faria norte e nordeste terem 16 votos e com isso decidiriam sobre os milhões do novo imposto, ou pelo número de habitantes. Ora, Estados com mais investimentos historicamente já atraem maior contingente populacional. O que ficou no projeto?
Pedra cantada. Uniram às duas coisas. O sul / sudeste tá mais forte
que antes.
Viva o norte-nordeste fiel a Lula
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