Os
hospitais universitários da Rede Ebserh são berço de diversas experimentações e
estudos científicos que ajudam a transformar o mundo para melhor. Na Rede, que
administra 41 hospitais em todo o País, são mais de cinco mil estudos em
diversas áreas da saúde cadastrados desde 2012. No Hospital da Universidade
Federal do Vale do São Francisco (HU-Univasf), em Pernambuco, atualmente são
desenvolvidos 52 projetos, como ensaios clínicos, estudos epidemiológicos e de
desenvolvimento tecnológico.
O
HU-Univasf é um dos hospitais que têm sido beneficiados com investimentos em
pesquisas por meio de bolsas de iniciação científica ofertadas pela parceria da
Ebserh com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
(CNPq). A instituição participa do Programa de Iniciação Científica da Rede
Ebserh (PIC/Ebserh) desde o início, em 2022, com 10 alunos bolsistas sob a
orientação de pesquisadores experientes e incentivando cada vez mais o
desenvolvimento de pesquisas na resolução de problemas no contexto hospitalar e
do Sistema Único de Saúde (SUS).
O
Programa de Iniciação Científica da Rede Ebserh (PIC/Ebserh) é um investimento
em conhecimento técnico-científico criado no ano passado para fomentar o
ecossistema de ciência, tecnologia e inovação nos hospitais universitários
federais e incentivar novos talentos potenciais entre estudantes de graduação.
O sucesso do PIC levou à criação, neste ano, do Programa de Iniciação
Tecnológica da Ebserh (PIT), com a implementação de 205 bolsas para fomentar
projetos de desenvolvimento tecnológico.
"O
investimento em pesquisa é essencial para o desenvolvimento de novos
conhecimentos, a busca de soluções para os problemas existentes no contexto
assistencial e de gestão em saúde, a criação de novas tecnologias e a promoção
de avanços econômico e tecnológico em âmbitos local, regional e nacional, além
de proporcionar crescimento científico aos estudantes da instituição",
declara Izabelle Araujo, nutricionista e chefe da Unidade de Gestão da Pesquisa
do HU-Univasf.
Segundo
ela, essa participação veio como uma forma de a instituição avançar na produção
de conhecimentos científico e tecnológico, apoiando a vocação científica dos
graduandos por meio da participação em atividades de pesquisa. Dentre os
principais projetos desenvolvidos na instituição, ela destaca o "Uso da
Rede Neural Artificial em Smartphone: Treinamento Tecnológico para Triagem de
Lesões Cutâneas Suspeitas de Câncer", desenvolvido pela Profª Dra. Tânia
Rita Moreno de Oliveira Fernandes, do Colegiado de Medicina da Univasf, que
envolve alunos de graduação e pós-graduação e conta com um aluno bolsista pelo
Programa da Rede Ebserh no HU-Univasf. Ainda segundo ela, esse mesmo aluno foi
premiado com "Nota Destaque no Seminário de Integração" pela Fundação
de Amparo à Ciência e Tecnologia do Estado de Pernambuco (Facepe) no âmbito do
Lócus de Inovação Tecnológica em Saúde.
Outra
pesquisa realizada no HU-Univasf destacada por Izabelle é o "Método
Assertivo para o Monitoramento da Carga Parasitária de Leishmaniose
Visceral", recentemente publicado na Revista da Sociedade Brasileira de
Medicina Tropical, com a participação de profissionais do HU-Univasf sob a
orientação do Profº Dr. Rodrigo Feliciano do Carmo (GPDIN/Univasf).
"USO DA REDE NEURAL ARTIFICIAL EM SMARTPHONE: TREINAMENTO TECNOLÓGICO PARA
TRIAGEM DE LESÕES CUTÂNEAS SUSPEITAS DE CÂNCER DE PELE" desenvolvido pela
Profª Dra. Tânia Rita Moreno de Oliveira Fernandes, do Colegiado de Medicina da
Univasf. Visa capacitar para o processo de integração tecnológica as práticas
de triagem e detecção precoce do câncer de pele por meio de uma Rede Neural
Artificial (RNA), utilizando atividades reais para a prática. O estudo
vislumbra o reconhecimento e a classificação de imagens de lesões de pele
suspeitas de malignidade por meio de um aplicativo para dispositivos móveis
usando um banco de imagens de uma Rede Neural Artificial, como triagem para o
referenciamento de lesões suspeitas de malignidade no ambulatório dermatológico
do HU-Univasf.
"MÉTODO ASSERTIVO PARA O MONITORAMENTO DA CARGA PARASITÁRIA DE LEISHMANIOSE VISCERAL" o estudo apontou para a utilização do método qPCR (Reação em Cadeia da Polimerase) para quantificar os níveis de DNA do cinetoplasto (kDNA) de Leishmania no sangue periférico dos pacientes nas fases de diagnóstico e de acompanhamento. Os resultados da pesquisa demonstram que o referido método pode ser um alvo potencial em diagnóstico e acompanhamento pós-tratamento de pacientes em áreas endêmicas para Leishmaniose Visceral.
Ascom
Univasf Foto Ilustrativa
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