(*) Taciano Medrado
Que
o mundo todo sabe das atrocidades cometidas pelo ditador Nicolas Madura contra os seus opositores e
jornalistas dentro da Venezuela isso é
não novidade, mas acreditar que os mesmos “modus operandi’ fosse colocado
em prática em solo brasileiro, confesso
que nunca imaginaria que acontecesse, ainda
mais em se tratando de um visitante, sendo considerado pela maioria da população brasileira como “persona
Non grata”.
As
agressões praticadas pelos agentes de segurança do ditador venezuelano e
a serviço do Gabinete de Segurança Institucional da presidência
brasileira contra jornalistas brasileiros é um no mínimo no afronta sem
precedente na história do pais e o pior sob os olhos e a aquiescência do atual
mandatário Lulapetista, “amiguinho” do
ditador bigodudo.
Segundo
o portal G1, a confusão começou durante
uma entrevista de Nicolás
Maduro. Os seguranças tentavam impedir a aproximação de profissionais da
imprensa. No empurra-empurra, um deles deu um soco no peito da repórter
Delis Ortiz. No tumulto, não foi possível registrar imagens do momento da
agressão.
Outros jornalistas também
foram agredidos. O autor da agressão contra Delis Ortiz, foi identificado em
vídeo por uma testemunha.
Durante o mandato do
ex-presidente Jair Bolsonaro Lula e o PT
junto com os seus aliados esquerdistas criticaram e atacaram com veemência, a
forma ríspida e indelicada que Bolsonaro tratava os jornalistas em especial as
mulheres, mas se calaram diante do fato.
Por que o silencio? E as feministas do “Grelo duro? e a deputada Maria do
Rosário e a presidenta do PT , Gleisi Hoffman ferrenhas defensoras das mulheres onde estão?
Como eu já sabia, a
esquerda desse pais tem um discurso, mas na prática agem totalmente diferente,
falam em democracia, mas defendem e bajula um ditador sanguinário, levantam a
bandeira em defesa das mulheres, mas se calam diante de agressões contra elas
no próprio território nacional por agentes estrangeiros.
Se alguém tinha ainda alguma
dúvida de que a partir de janeiro de 2023 o Brasil se transformou numa ditadura
vermelha comandada por um aspirante a ditador cujo líder maior se chama Nicolás
Maduro.
Ou o povo de bem desse
pais se rebela já, ou será tarde demais para reagir e impedir que o comunismo
tomem conta das liberdades do povo brasileiro.
(*) Professor, engenheiro, administrador, matemático e cidadão brasileiro
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