Uma das festas de São João mais tradicionais do Nordeste teve muita música, competições e dança.
Dois
pra lá, dois pra cá: esse é o ritmo que embala os quatro cantos do Nordeste no
São João. Em Petrolina,
a 700 quilômetros do Recife, a temporada junina vai de maio a julho.
No
Rio São Francisco, o arraiá flutuante navega ao som da sanfona, do triângulo e
da zabumba. O sacolejo da embarcação ajuda a acertar o passo de quem sai do
ritmo.
Um
casal que veio da Alemanha aprovou a festa.
"Dá
para dançar à vontade. É ótimo! Até meu marido, que não sabe dançar, aprendeu
hoje", contou Noélia Forster.
O
autêntico forró pé-de-serra embala os forrozeiros navegantes rumo às ilhas do
Rio São Francisco, no sertão pernambucano. Uma tradição de 26 anos; são mais de
sete horas de forró. E se o cansaço ameaça bater, tem amendoim, queijo coalho e
rapadura para recarregar as energias e continuar arrastando o pé.
"No
início, estranhou um pouco, porque as pessoas falavam: vai dançar forró dentro
do rio, dentro de um barca? Ninguém segura. Mas hoje não; é uma tradição",
relembra Vânia Alves, organizadora da Barca do Forró.
A
animação acontece tanto nas águas quanto em terra firme. Na zona rural, uma
corrida de jegues atrai competidores de todo país. Criada pelo saudoso
radialista Carlos Augusto Amariz, a Jecana
do Capim, patrimônio imaterial de Pernambuco, está completando 50 anos.
"A
Jecana fixa o homem do campo à sua região. Ela valoriza e exalta a vida social
do homem do campo", afirma Maíra Amariz, filha de Carlos.
É
uma disputa acirrada. A cada largada, poeirão, torcida vibrante e a consagração
dos campeões. Além de promover cultura, o São João aquece a economia
local. A expectativa é movimentar R$ 280 milhões.
No
pátio de eventos Ana das Carrancas, mais de 40 atrações. Entre elas, Limão
com Mel, Léo
Santana e o filho do sertão, João Gomes. Uma mistura de ritmos para
animar quase 1 milhão de forrozeiros, público presente em todos os dias dos
festejos, de acordo com a organização.
"Quem
nunca veio, venha. Porque aqui é o melhor São João do mundo", exalta o
estudante Guilherme Bacelar.
Fonte: G1
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