Professor, pai e avô
Nunca
imaginei que fosse tão difícil escrever um texto opinativo. Mais uma triste notícia que tomou conta do pais e do
mundo mexeu com todos nós – O ataque covarde e sorrateira de um “mostro”, afinal
que denominação dar uma pessoa capaz de praticar tanta maldade contra pequenas
e ingênuas crianças?
Sei
que o momento é de muita emoção e mesmo tentando me desprover desse sentimento não
há como não dizer alguma coisa que possa expressar o lado da emoção em detrimento
da razão, afinal a dor que toma conta do meu coração nesse momento é terrível,
fico a pensar se não estaria tendo um pesadelo e que ao acorda nada disso teria
acontecido.
Sei
que não é a hora de apontar culpados, mas o alerta é válido e o momento é de se reconstruir e buscar
soluções para que notícias como essas não voltem as páginas policiais.
Depois de poucos dias em que um outro lamentável e irracional acontecimento estarreceu o pais quando um estudante de 13 anos invadiu uma escola e assassinou de forme fria e calculista um professora de 71 anos de idade e feriu outros alunos, parece que toda veiculação por uma boa parte de mídia sensacionalista serviu como estímulos para que outros insanos fizessem a mesma coisa.
Mas quero chamar atenção, pois como professor inúmeras vezes já presenciei o que vou relatar. Volto a reiterar, não tenho a intenção de apontar culpados ou praticar “caça a bruxa”, mas é preciso que as pessoas responsáveis pela gestão das escolas, principalmente públicas estejam mais atentas quanto as regras de segurança, afinal quando um pai ou uma mãe leva seu filhinho para uma creche, ou uma escola, no momento em que essa criança adentra ao estabelecimento a responsabilidade passa a ser dos referidos gestores e imagina-se que elas estejam seguras, assim como estão nas suas casas.
Reiteradas vezes vejo ao passar pela frente de alguma escolas os portões abertos e escancarados e muitas vezes sem um agente de portaria presente. Certa ocasião ao passar em frente a uma escola percebi que o portão de acesso estava aberto e não havia nenhum funcionário próximo, e preocupado me aproximei e chamei, quando um funcionário veio ao meu encontro e eu questionei o porquê do portão está aberto e sem ninguém por perto e ele demonstrando nervosismo me respondeu que todos estavam em reunião e ela havia ido ao banheiro e eu retruquei e perguntei , mas você deixou o portão aberto e ele me respondeu era porque havia alguns professores que ainda estavam para chegar.
Assim
como nesse relato, caso eu tivesse a intenção de praticar algum mal ou atacar a
escola teria feito pois encontrei o acesso livre.
Lamentavelmente
esses episódios não são os únicos e raros sempre estão nos noticiários e vidas inocentes
estão sendo ceifadas de forma covarde.
Agora o atual governo federal prepara política de combate à violência nas escolas, o que já deveria ter sido feito por todos, mas a porta só é fechada depois que meliante entra. REVEJA.
Não basta somente políticas públicas só no papel, elas tem que ser eficazes e práticas sob pena de termos que assistir mais cenas de crianças inocentes mortas e ter que aguentar as dores das tragédias. Teorias são salvam vidas, ações sim!
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