Por Taciano Medrado
O retorno do ex-presidente Jair Messias Bolsonaro na manhã dessa quinta-feira (30) fez com que o governo Lulapetista parasse e se mobilizasse na tentativa de ofuscar o retorno do maior adversário ao opositor do petista. Reveja
A tarefa a ser cumprida foi dada ao ministro da Secretaria de Relações Institucionais, Alexandre Padilha (PT), que iniciou sua missão atacando o ex-presidente Bolsonaro nas suas redes sociais com declarações que mais soaram com de preocupação do que outra coisa. Segundo o “pau mandado”, Padilha, a recepção montada por apoiadores de Bolsonaro "flopou", termo comumente utilizado nas redes sociais para se referir a eventos frustrantes ou que não atingiram as expectativas. Na sequencia Padilha ainda chamou Bolsonaro de "líder com pé de barro" que "fugiu do País".
Por
sua vez a presidente do PT, Gleisi Hoffman também reforçou os ataques dizendo
que o ex-presidente teria muito que explicar a justiça. Em vídeo, Gleisi
Hoffmann ironiza volta de Bolsonaro ao Brasil: “Tá voltando Genocida?” “ Aqui vai meu recado para o fujão que tem
muito a explicar e responder. Os tempos agora são outros e o povo voltou a ter
um governo sério, responsável e que cuida das pessoas.”
Mas
ela esqueceu de ler as notícias sobre o número de mortes pela Covid-19 que já ultrapassaram
700 mil pessoas e após mais de três meses de mandato do Lulapetista mais mortes
continuam acontecendo no pais pelo Coronavirus.
De uma coisa é certa, e o escritor Paulo Coelho fez uma análise em forma de desabafo perfeita sobre o terceiro mandato de Lula a quem apoiou por décadas: "governo patético". Reveja a materia
É claro que a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro no pais incomoda e tira da zona de conforto o Lulapetista e seus comandados, afinal a diferença de votos deu o grande recado de que ele, o petista, pode ter vencido uma batalha, mas não a guerra, essa só está começando.
Lula,
Gleisi e toda trupe de petistas e comunistas não fazem outra coisa a não ser pensar
em como arranjar um meio de destruir, ou melhor seria “f@d&r” Bolsonaro assim como declarou o atual presidente da república que gostaria de fazer com o ex-juiz e Ministro Sérgio Moro. È o famoso "plano de vingança" articulado
pelo líder maior dos petistas que, fragilizado, chora toda vez que se lembra que ficou 580 dias trancafiado em
cela da carceragem da Polícia Federal em Curitiba .
Enquanto isso, o pais mergulha em uma das maiores crises econômica, social e política da sua história. Mas Bolsonaro chega mandando um recado para o Lulapetista: “O parlamento nos orgulha pelas medidas, pela forma de se comportar, de agir lá dentro, fazendo o que tem que ser feito e mostrando para esse pessoal que por ora, por pouco tempo, está no poder, que eles não vão fazer o que bem querem com o destino da nossa nação”, continuou, em referência ao governo atual de Luiz Inácio Lula da Silva.
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