Por: Taciano Medrado
Que o Lulapetista não é mais o mesmo dos dois mandatos presidenciais anteriores isso é notório. Afinal nos dois anteriores a forma como ele chegou ao poder foram diferentes desse terceiro mandato. De aclamado, idolatrado e tido chamado até "o cara" pelo ex-presidente americano Barak Obama, nesse o cenário mudou após vencer as eleições, em um pleito carregado de suspeição e supostas irregularidades e proteção do STE, passou a ser hostilizado e rejeitado por mais de 80 milhões de eleitores (soma dos 58 milhões + 30 milhões de brancos e nulos ).
Não há dúvidas de que os 580 dias de reclusão em uma cela da carceragem na sede da Policia Federal em Curitiba fez do combatente e ativista politico Lula um fragilizado e debilitado psicologicamente, conforme palavras do Ciro Gomes, ex-aliado e hoje desafeto político e que só pensa em vingança e revanchismo. Para alguns o Lulapetista de hoje está cada vez mais próximo á esquerda reacionária do que antes, com um agravante, acometido pela "Sindrome Bolsonaro", a quem ele custa esquecer e focar em governar o pais.
O comportamento do Lulapetista ja tem preocupado até mesmo aos seus aliados que veem nas atitudes do atual mandatário um risco grande de desestruturação do pais, ja que ele (Lulapetista) parece insistir em não descer do palanque eleitoral.
Segundo o jornal Poder 360, nesse domingo(19), governador do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), disse que o Lulapetista deve entender que existe um “limite” no enfrentamento com o BC (Banco Central). Segundo ele, debates sobre a meta de inflação anual e a taxa de juros devem ser feitas de “forma racional”.
“O
Brasil tem uma cultura de juros elevados, e esperamos que se conquistem as
condições para reduzi-los. Porque a inflação acaba sendo só a ponta do iceberg”,
declarou em entrevista ao jornal O Globo publicada neste domingo (19.fev.2023). “A taxa
de juros tem a ver com capacidade produtiva, com base em infraestrutura
montada. O debate deve ser feito de forma racional, com menor intensidade de
palavras-chave e mantras.”
Casagrande
disse que o ministro Fernando
Haddad (Fazenda) tem um comportamento equilibrado. Conforme o
governador, “há uma reação por parte de Lula e de outras pessoas porque o
mercado, essa entidade invisível, reage com menor intensidade em algumas
situações do que em outras”. Mas, afirmou, deve-se compreender que “essa
indignação tem um limite” e que não há razão para ficar “lutando contra
moinhos de vento”.
“Temos
de conquistar os resultados sem precisar fazer essa guerra diária. Mas Lula e
Haddad têm relação de total confiança, não vejo desautorização. São estilos
distintos”, afirmou.
O
governador foi questionado sobre as discussões com o Planalto sobre a
compensação da perda de arrecadação pela redução do ICMS (Imposto
sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre combustíveis. Disse que “o
valor que o governo está chegando hoje, R$ 26 bilhões com pagamento escalonado
em 3 anos, não está longe” do esperado pelos Estados.
“O
problema maior é que alguns Estados conseguiram compensar as perdas através da
suspensão do pagamento da dívida com a União, com decisões liminares do STF [Supremo
Tribunal Federal]”, afirmou, acrescentando que a “maioria não obteve” esse tipo
de liminar. “Isso tem atrapalhado a tentativa de unificar os governadores.”
Sobre
a reforma tributária, Casagrande disse que não ser possível “atender todo
mundo”, mas afirmou que “os entes federativos precisam estar protegidos”.
“Veja
a confusão que deu o Congresso votar a redução do ICMS sem ter conversado”,
disse. Entretanto, afirmou que “todos” devem ceder. “Não pode ser que nem a
história do ponto de ônibus: todo mundo sabe que é importante passar perto de
casa, mas ninguém quer ter na frente da sua casa.”
Sobre
a nova composição do Congresso, Casagrande disse que a relação entre o governo
os congressistas “terá de ser mais sofisticada”, uma vez que a “representação
do [ex-presidente Jair] Bolsonaro no
Legislativo e na sociedade não se resolve com a posse” de Lula.
“Porque
você terá aqueles [deputados e senadores] programaticamente
contrários ao projeto do Lula, mas agora também há parlamentares com
compromisso ideológico com o que os levou até ali”, declarou.
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