Da Redação
A
presidente do PT, Gleisi
Hoffmann, criticou nesta 4ª feira (15.fev.2023) o deputado Washington
Quaquá, vice-presidente nacional do partido. O congressista publicou uma
foto sorridente ao lado do general Eduardo
Pazuello (PL-RJ), ex-ministro da Saúde de Jair
Bolsonaro (PL) e, atualmente, deputado federal. As informações são do Poder 360.
“Foto
do nosso companheiro deputado Quaquá com bolsonarista Pazuello é desrespeitosa
com o PT e ofensiva às vítimas da covid. Na vida e na política, tudo tem
limites”, publicou Gleisi em seu perfil no
Quaquá
compartilhou o registro com Pazuello em seu perfil no Instagram.
A foto foi feita depois de reunião com o presidente da Petrobras, Jean
Paul Prates. “Gostei muito da conversa e do tom civilizado do general”, disse
o vice-presidente do PT.
“Estive
hoje com o deputado federal General Pazuelo na reunião com o presidente da
Petrobras. Resolvi postar a foto nossa mesmo sabendo que intolerantes da
direita e da esquerda vão criticar! A tarefa do governo Lula e da figura maior
do nosso presidente é unir, pacificar e reconstruir o nosso país”, escreveu
Quaquá na legenda.
Completou: “Quando
o diálogo e a política falham sobra a guerra! E a esquerda é dialógica e não
intolerante e autoritária! Por isso gostei muito da conversa e do tom
civilizado do General. Quero inclusive com ele criar pontes de diálogo com os
militares! Viva a democracia!”.
Depois
da publicação, Quaquá foi criticado por simpatizantes do governo de Luiz
Inácio Lula da Silva (PT). Internautas lembraram que Pazuello era um
dos principais aliados de Bolsonaro e que, durante sua gestão na Saúde, o
Brasil registrou recordes de morte na pandemia de covid-19.
Em
resposta, o vice-presidente do PT divulgou um vídeo no qual se defende e
compara a prisão de Lula na Superintendência da Polícia
Federal em Curitiba com as acusações contra Pazuello, indiciado pela CPI da Covid.
“Dizem,
com razão, que tivemos o Lula preso sem o devido processo legal, ultrapassando
os limites da democracia. E aí arrebentam sem o devido processo legal”, afirmou
Quaquá. “Se há algum processo, que o processo seja julgado, as partes
ouvidas, e depois de o réu ser condenado, ser preso”, defendeu.
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