ELEIÇÕES 2022: Diferença entre Lula e Bolsonaro nas pesquisas ainda pode cair, avalia CEO da Quaest

Em pesquisa eleitoral da Quaest divulgada nesta quarta-feira, 3, Lula (PT) segue na liderança da disputa pela presidência da república com 44% das intenções de voto contra 32% de Jair Bolsonaro (PL). Ciro Gomes (PDT) ocupa a terceira colocação com 5% das intenções, seguido de André Janones (Avante) e Simone Tebet (MDB), ambos com 2%. 

Para falar sobre o resultado do levantamento e sobre as perspectivas da corrida eleitoral o Jornal da Manhã, da Jovem Pan News, entrevistou o CEO da Quaest, Felipe Nunes. 

O executivo acredita que o presidente ainda tem chances de diminuir a diferença para o candidato petista e afirmou que os benefícios entregues pelo Governo Federal podem influenciar nos números: “Quando a gente avalia as informações desta pesquisa com o que a gente viu no mês passado, na verdade Lula e Bolsonaro oscilaram dentro da margem de erro. Mas é significativa, e isso não pode ser escondido de maneira nenhuma, a tendência que a gente vê nos últimos meses. A distância, que já foi de 18 pontos, hoje é de 12 pontos entre Lula e Bolsonaro no cenário estimulado. O que significa que há movimentos marginais acontecendo ao longo desses meses”.

“Aí você vai me perguntar: ‘Que movimentos são esses? As evidências que a gente tem hoje apontam muito claramente na direção de que há uma percepção dos eleitores brasileiros de melhora em relação aos resultados econômicos e, principalmente, em relação à entrega do Auxílio Brasil. Quando a gente compara as intenções de voto, ou a avaliação do governo Bolsonaro, entre as pessoas que hoje recebem o Auxílio Brasil contra aquelas que não recebem, a gente vê com muita clareza que há uma movimentação no sentido de diminuição da vantagem do Lula nesses que são beneficiados pelo programa, em relação àqueles que não são beneficiados. Isso sugere sim que esse efeito, que ainda vai se dar de maneira concreta quando o dinheiro cair na conta das pessoas, pode favorecer a campanha do presidente Bolsonaro”, projetou.

O CEO da Quaest também avaliou os possíveis motivos que podem estar dificultando o crescimento de Bolsonaro nas pesquisas. O especialista acredita que a postura do presidente é determinante para frear os possíveis avanços decorrentes da melhora dos indicadores econômicos: “As pessoas começam a reconhecer que o governo faz um trabalho um pouco melhor do que vinha fazendo, mas isso não se reflete com a mesma velocidade e força nas intenções de voto. Se por um lado há uma perspectiva de sensação positiva na lógica da economia, as pessoas ainda rejeitam a figura e as atitudes do governo Bolsonaro”.

Com informações do portal alagoas24horas.

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