EDITORIAL: Juazeiro da Bahia - uma cidade de cara nova - Que me perdoem os "do contra" e "do quanto pior, melhor'.


(*) Taciano Gustavo Medrado Sobrinho

Sei que muitos leitores haverão de me criticar por esse artigo, principalmente os oposicionistas da atual prefeita Suzana Ramos, mas contra as verdades e os fatos não há como não querer enxergar o óbvio. Assim como as criticas são feitas  quando as cosias não vão bem, a capacidade de elogiar também deve ter o mesmo peso na balança.

Quem anda pelas ruas do Centro e bairros da cidade de Juazeiro e pelos distritos, percebe nitidamente o quanto a cidade mudou de paisagem. Basta comparar com os últimos anos de Des..governos Lulapetistas e comunistas e verás que em 1 ½ ano de gestão,  já se fez muito mais do que 12 anos dos esquerdistas. A cidade virou um verdadeiro “canteiro de obras”, com praças reformadas e requalificadas, obras de infraestruturas significativas, ruas e logradouros públicos sempre bem cuidados, ordenação pública sendo aplicada e respeitada, enfim, como diz o slogan da prefeitura:” Um novo  tempo de trabalho”.

A grande vantagem de ser “independente”, não estar atrelado a quaisquer interesse de cunho pessoal, é a de poder expressar os nossos pontos de vista e opiniões,  que podem ser refutados ou aceitos, desde que se respeitem  os preceitos e limites da civilidade e da urbanidade, sem ofensas nem acusações levianas.

Não é segredo que votei e torço para que esse governo municipal dê certo, mesmo divergindo da indicação de boa parte dos secretários e assessores nomeados pela prefeita, fruto de acordo políticos, e alguns deles remanescentes das gestões esquerdistas – não preciso citá-los.

Mas ao contrário de alguns gestores Lulapetistas  e comunistas que fazem questão de declarar, peremptoriamente,  de que  não dividem o mesmo espaço laboral com bolsonaristas ou conservadores,  na condição de professor,  prefiro privilegiar a competência, mesmo divergindo politicamente. Afinal, vivemos em um Estado Democrático de direito.

A diferença? 

Eles (esquerdistas), sempre governam em prol dos projetos doutrinários políticos partidários e politiqueiros, cujo interesse maior é se fortalecer enquanto partidos em detrimento dos interesses da população, aliás, essa considerada apenas como “massa de manobra” – e muitos se deixam levar pela lábia do seus líderes, que parecem ter a varinha mágica que enfeitiça-os e roubam-lhe a capacidade de pensar e de decidir,  entre o que  é o certo e o errado, e o pior de enxergar. 

Negar por puro "capricho doutrinário', que a atual gestão pública municipal não está se esforçando para tornar a nossa cidade mais digna e bela e preocupada pelo bem estar da sua população é no mínimo repudiante e vergonhoso.  Muito ja se fez nessa metade de mandato , e muito ainda se tem para fazer, afinal quem passou 12 anos no poder e não fez, não pode jogar pedras no telhado dos outros se o seu é  de vidro.

(*) Professor, Engenheiro, Administrador e matemático

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