© Fornecido por IstoÉ Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva
Lula
da Silva, o ex-tudo (ex-presidente, ex-presidiário, ex-corrupto e ex-lavador de
dinheiro) pode gostar de muita coisa – de dinheiro a poder, passando por uma
cachacinha -, mas não suporta concorrência e democracia verdadeiras – aliás,
nunca suportou.
Não
à toa, conduz seu PT (Partido dos Trabalhadores) com mão de ferro e chave do
cofre, desde sua fundação, jamais abrindo espaço para a renovação, muito menos
permitindo aos demais partidos de esquerda, a participação efetiva no jogo
eleitoral.
Todos
sabem muito bem o porquê de suas indicações. Por exemplo: Dilma Rousseff e
Fernando Haddad. Aliás, indicações, não, exigência; imposição. Como são sabidos
os eternos boicote e subjugo a Marina Silva, Ciro Gomes e Guilherme Boulos,
entre outros.
Ao
trazer Geraldo Alckmin para sua chapa este ano, muito mais do que um aceno ao
centro, o meliante de São de Bernardo deseja, como sempre, inviabilizar
qualquer possibilidade de surgimento de uma nova liderança no partido ou em
seus satélites.
Como
eu disse, o barba não suporta concorrência. Talvez por isso a frase dita ontem,
segunda-feira (4/4), sobre a possibilidade de união entre Simone Tebet, Eduardo
Leite e Sergio Moro em torno de uma terceira via, ou centro democrático.
O
pai do Ronaldinho dos Negócios disse: o que essas pessoas fizeram? Para ser
líder tem de trabalhar muito, escutar muito. Não basta querer ser e pronto’.
Ulalá, falou aquele que escuta muito (por um ouvido e sai pelo outro) e
despreza o que lhe dizem.
Tebet,
Leite e Moro têm muitos feitos, cada um em seu caminho. Escrevi a respeito
disso e vocês podem saber um pouco mais sobre os três. Muito além, todos
possuem qualidades que Lula jamais sonhou em ter; será este o grande incômodo
do ‘pai dos pobres’?
O
líder do petrolão e mensalão quer saber o que eles fizeram, mas vou dizer o que
jamais fizeram: roubar! Jamais apoiaram e financiaram ditaduras e ditadores.
Jamais chamaram de ‘amigo’ e ‘irmão’ terroristas sanguinários mundo afora. Que
tal?
Seus
filhos jamais enriqueceram às custas deles, ou melhor, dos cargos que ocupam ou
ocuparam. E nenhum jamais dirigiu um partido político que foi protagonista dos
maiores escândalos de corrupção do planeta e suspeito, inclusive, de dois
assassinatos.
Não
sei se a resposta deixou satisfeita a ‘alma mais honesta do País’, acusada por
dezenas de executivos de empreiteiras, como Odebrecht e OAS, e até mesmo por um
de seus mais próximos companheiros de partido, Antônio Palocci, de corrupção.
Mas é o que temos para hoje. Sorry, Lula.
Texto extraído da Revista ISTO È
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