Da Redação
Irritados e transloucados com o veto do presidente Bolsonaro ao projeto de Lei de Paulo Gustavo, que previa a liberação de R$ 3,8 bilhões da União para o setor cultural, os Deputados federais do PT, PC do B e PSOL foram às redes nesta quarta-feira, 6, e atacaram o presidente usando todos os seus arsenais de baixarias, e destilando seus venenos contra o mandatário da nação proferindo palavrões de baixa calão. Os ensandecidos "parlamentares' mais uma vez perderam a classe, se é que já tiveram algum dia, e prometeram se mobilizar na Câmara para derrubar o veto presidencial.
Segundo informações do Estadão, o humorista Paulo
Gustavo, que morreu por complicações da covid-19 no ano passado, e uma proposta de um projeto em seu nome foi aprovado pelo Senado em 15 de março e enviada para sanção
presidencial. Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência afirmou que a Lei
Paulo Gustavo foi rejeitada por não se atrelar ao interesse público. A decisão
também foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta
quarta-feira.
Ainda de acordo com o Estadão, o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP) chamou o chefe do Executivo
de “canalha” e disse que, se o montante em questão fosse para propina, tanto
“em barra de ouro” como “em Bíblia”, seria liberado. Ele se referia às
revelações do Estadão sobre o Ministério da Educação, que teve sua
agenda capturada por pastores evangélicos e foi alvo de denúncias de corrupção
por parte de prefeitos.
O
pré-candidato a deputado federal por São Paulo Guilherme
Boulos (PSOL) afirmou que, no governo Bolsonaro, “sobra dinheiro para
o Centrão e falta para a Cultura”. O deputado Ivan
Valente (PSOL-SP) seguiu a mesma linha: “Tem dinheiro para o Centrão,
mas não para a Cultura. O setor movimenta a economia, garante emprego e renda
para milhões de brasileiros”, disse.
O
perfil oficial do PT no Senado chamou o governo de “fascista” e
argumentou que o projeto não cria nova despesa. “Ele apenas garante que o
dinheiro que está parado em 2 fundos culturais seja liberado. A arte liberta e
faz pensar, por isso é tão atacada pelos fascistas!”, publicou. Ao justificar o
veto, o ex-secretário de fomento à Cultura André Porciuncula afirmou que a lei
era “repleta de ilegalidades e inconstitucionalidades”, mas não detalhou quais.
A
deputada federal Erika Kokay (PT-DF) classificou o governo como
“autoritário” pelo veto ao projeto. “Todo governo autoritário morre de medo da
cultura livre e questionadora. Vamos derrubar esse veto fascista no
Congresso!”, publicou. Já o deputado José Guimarães, também do PT, chamou de
“revoltante” a ação do presidente.
Ex-candidata
a vice na chapa de Fernando
Haddad (PT) em 2018, Manuela
d´Ávila (PCdoB) afirmou que Bolsonaro é “inimigo da Cultura e da
arte”. A deputada Benedita
da Silva (PT-RJ) disse que o veto é “mais uma ação contra o povo e
contra o setor cultural”.
A
deputada Nathália Bonavides citou o orçamento secreto, esquema
revelado pelo Estadão, para confrontar o veto. Disse: “O governo busca impedir
a destinação de recursos para ações emergenciais na área da cultura enquanto
garante recursos sem limites para orçamento secreto”. O deputado Alexandre
Padilha (PT-SP), por sua vez, disse se tratar de mais um absurdo de
“um governo que odeia tudo, especialmente a arte”.
Para
ler mais acesse, www: professortacianomedrado.com / Siga o blog do
professorTM/EJ no Facebook, e no Instagram. Ajude a aumentar a nossa
comunidade.
AVISO: Os comentários são de responsabilidade dos autores e não representam a opinião do Blog do professor Taciano Medrado. Qualquer reclamação ou reparação é de inteira responsabilidade do comentador. É vetada a postagem de conteúdos que violem a lei e/ ou direitos de terceiros. Comentários postados que não respeitem os critérios podem ser removidos sem prévia notificaçã


Postar um comentário