Foto reprodução internet/Facebook
Da Redação
Prof. Taciano Medrado
A cantora Paula Toller moveu uma ação
contra o seu ex-parceiro Leoni e contra o PT por usarem a
canção "Pintura Íntima" na última campanha presidencial de
Fernando Haddad. Os dois, que também foram namorados, escreveram a música
juntos quando faziam parte da banda Kid Abelha.
Leoni autorizou o uso da faixa na campanha
sem a permissão de Toller, por isso, a cantora também o processou. O músico
terá que indenizar a ex-parceira em R$ 50 mil, segundo decisão expedida pela 1ª
Vara Empresarial do Rio de Janeiro.
A cantora também venceu o processo contra o PT e o então candidato à presidência Fernando Haddad, que devem indenizá-la em R$ 100 mil.
No processo consta que, em 25 de outubro de 2018, o Tribunal Regional Eleitoral "determinou a retirada imediata da obra musical, suspendendo o seu uso na campanha em razão da ausência de autorização".
A cantora também venceu o processo contra o PT e o então candidato à presidência Fernando Haddad, que devem indenizá-la em R$ 100 mil.
No processo consta que, em 25 de outubro de 2018, o Tribunal Regional Eleitoral "determinou a retirada imediata da obra musical, suspendendo o seu uso na campanha em razão da ausência de autorização".
Na propaganda, um dos integrantes da banda
Jorge Israel aparecia tocando sax e a imagem prosseguia com Paula
Toller cantando e dançando o sucesso "Pintura Íntima".
A música foi "reproduzida nos canais de
apoio ao candidato, inclusive no site oficial do MST [Movimento dos
Trabalhadores Sem Terra] e outros apoiadores", segundo informa o
documento.
Após decisão do TRE de remover a música da
campanha, Leoni fez uma nova versão para incluir novamente a faixa no
vídeo, mesmo com Toller não tendo concordado com a decisão.
"Ao promover tal adaptação, visava o
descumprimento, por via transversa, da decisão do Tribunal Regional Eleitoral,
tendo o réu violado os princípios da boa-fé e da confiança, já que utilizou o
trecho da obra produzida conjuntamente com a autora, modificando a letra
originária, para fins eleitorais com conhecimento da contrariedade dela."
Fonte: Folhapress
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