ARTIGO: HOMENS E MULHERES DE POUCA FÉ!


Por: Ricardo Wildberger Lisboa.

que aconteceu ontem foram os últimos estertores de um Brasil podre que desaparece a passos largos. É a esquerda estrebuchando! Ela teve sua chance e a usou mal: muito mal! Perdeu!

Que aquilo lá não seja motivo de desânimo algum: muito pelo contrário! O que há para temer?

Alguns ladrões velhotes sendo soltos? Só mais alguns? Que não conseguirão transitar sem vaias? Logo eles estarão inteiramente fora da cena política - pela idade, pela saúde, pela inviabilidade de suas ideias denunciadas pelos fracassos ou revoltas dos países vizinhos - e, certamente, pela volta de todos para a cadeia.

Temer um STF servil da bandidagem e de um projeto que quer mandar para o mundo um recado para que ele não traga seus investimentos para cá? Esqueçam! O mundo não tem alternativa melhor que o Brasil!

Daqui a um ano esse STF já terá mudado. O voto vil e decisivo de ontem terá sido substituído por um voto virtuoso e daí a outro ano - ou antes, se houver impeachment de algum de seus ministros - a faxina se completa, com a chegada de outro voto de qualidade. Muito mais rápido que esperar pela próxima Copa do Mundo!

Temer a Globo? Outra moribunda? A irrelevância desta talvez se materialize antes mesmo da data da renovação de sua incerta concessão. É ela mesma que está pedindo isto à sociedade, que a atende mudando de canal. E, ao perceber isto, o anunciante acaba abandonando-a e indo aonde o povo quer e está.

O Congresso? Meu Deus! O primeiro choque que este sentirá será o povo pacífico nas ruas, forçando-o a decidir em prol da vontade majoritária da sociedade já expressa nas urnas.

O segundo choque a abalar o Congresso serão os resultados das eleições para prefeitos e vereadores no ano que vem. Ali ficará claro quem é o novo eleitor, para espanto dos derrotados de fato e em potencial para 2022. E aí muitos procurarão mudar, se camuflar, seguindo a máxima de Jorge Benjor em “Charlie Anjo 45” que diz: “se o malandro soubesse o quanto é bom ser honesto, seria honesto só por malandragem”. E as pessoas de bem já estarão atentas.

Outro choque para este Congresso serão as novas reformas que ainda lhe serão atiradas ao colo pelo atual governo Bolsonaro, sob os olhos cobradores de aprovação da sociedade.

E a mais decisiva de todas as reformas será aquela que exigirá o VOTO DISTRITAL PURO e as candidaturas independentes, acabando com a delinquência do Coeficiente Eleitoral (e a máfia dos partidos), que empossa quem não teve votos e mantém as mesmas corriolas.

O choque final serão as eleições de 2022, com a reeleição de Bolsonaro - ou quem a mesma e inabalável vontade que o elegeu em 2018 quiser - cercado de uma renovação completa do Congresso, capaz de promover o rescaldo da legislatura atual e terminar por implementar e retocar todas as reformas que ficarem pendentes ou incompletas.

Nesse meio tempo o cenário na Bolívia - que a Globo omite, como omitia a crise na Venezuela - já terá dado prosseguimento ao enterro do Foro de São Paulo, de mãos dadas à tragédia venezuelana, que acabará por defenestrar Maduro.

A Argentina - a julgar pelo passo atrás que deu - antes das próximas eleições já estará descendo a ladeira, mostrando à sociedade brasileira que o que o Brasil decidiu majoritariamente em 2018 foi o mais acertado e que nós devemos seguir firmes nesta decisão nas eleições de 2020 e, principalmente, em 2022.

O pouco que já foi aprovado, mais o mínimo que for aprovado das reformas já entregues pelo atual governo ao Congresso já será suficiente para gerar o avanço do crescimento econômico, a queda acentuada no desemprego, a proliferação de novos negócios, e o aumento da segurança pública, capazes de municiar o ânimo popular.

Quatro anos voam! Não aceitem provocações. Não desistam de seus sonhos. Não se percam com ruídos de varejo: mantenham-se focados no atacado! Manifestem-se intensa e pacificamente. Filmem e divulguem as imagens dos delinquentes delinquindo. Não aceitem que censurem a internet! Apoiem as mídias alternativas e seus heróis. Votem em quem possa garantir apoio e maioria ao atual governo.

Quatro anos voam! Vejam, por exemplo, que um já se foi. Só faltam três! Avante!

Conhecereis a Verdade e a Verdade vos libertará”.

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