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Da Redação
Prof.Taciano Medrado
O enredo vai ser sempre esse quando assunto for Petista x eleições em todas as esferas , seja municipal , estadual ou federal. Afinal todos sabem que essa conversinha de "Companheiro" entre os petistas só existe na formalidade , pois quando partem para o campo do "meu pirão primeiro" , tudo muda.
Recentemente em Juazeiro da Bahia , precisamente no dia 08 de Setembro o PT realizou as suas eleições para escolha de presidentes de diretórios , três chapas concorreram ao pleito : Luiz Felix , Angelica Almeida e Suzana Almeida e que se viu , foi uma briga de foice e martelo pra todos os laos. Saiu vitorioso , Luiz Felix, irmão do vereador , hoje assessor municipal Tiano Felix .
A nível estadual , o senador Jaques Wagner (PT) e o governador Rui Costa tambem do PT já começa a mostrar sinais de animosidades . Em entrevista ao BNEWS, durante participação no 7º Encontro de Prefeitos da UPB, que acontece no hotel Vila Galé, em Guarajuba. Questionado sobre a declaração do governador Rui Costa (PT), que se colocou como possível pré-candidato a presidente em 2022, Wagner foi comedido,mas alfinetou o "companheiro" de partido.
“Eu não li ainda a reportagem. Já me falaram que ele se colocou e eu acho natural um governador bem sucedido tá colocando o nome à disposição. Não é uma obsessão, mas acho que é um nome. Eu sou suspeito pra falar, até pela relação de amizade, mas acho que tá longe. É uma pergunta que todo mundo faz, mas tá longe. Temos uma eleição pra prefeito, temos muita coisa ainda. É um nome bem avaliado, mas repare: dentro do nosso partido eu ainda tenho esperança que Lula possa sair e se credenciar, obviamente quando se reconhecer que o processo dele não foi legítimo, que ele não teve um julgamento equilibrado e justo. Então, eu diria que ele é hors concours, se tiver oportunidade. Tem Fernando Haddad, que foi candidato e, portanto, já tem o nome colocado. Mas o nome de Rui é um nome que entra em qualquer lista”. (BNwes)
O ex-governador da Bahia também falou sobre a necessidade de unidade no partido na eleição estadual do PT: “Eu acho que Éden (Valadares) se credenciou pela votação que a chapa teve, mas evidentemente que ninguém teve mais de 50%. Então, daqui até o congresso estadual, no final de outubro, vai ter muita conversa pra acontecer. Política precisa de muita conversa. Eu entrei nesse sentido de construir uma unidade no partido. Acho que o PT precisa se oxigenar, precisa atrair a juventude. Eu sou muito favorável a essa renovação geracional. A minha geração começou o PT, mas eu tinha 28 anos. Hoje tenho 68. Claro que ainda estou na política e vou dar contribuição. Mas acho que é importante entrar a juventude e esse é um esforço que a gente deve fazer”. (BNwes).
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