Por Diogo Mainardi
O Antagonista nunca foi porta-voz de
ninguém. Nem dele mesmo. Mas apoiamos a Lava Jato desde o primeiro post,
publicado no dia da posse de Dilma Rousseff. De lá para cá, Lula foi preso, o
PT tomou uma surra nas urnas e Sergio Moro tornou-se ministro.
Quatro anos e
meio atrás, porém, quando passamos a acompanhar fanaticamente a Lava Jato, a
ORCRIM estava no poder – e dominava o Palácio do Planalto, o Congresso
Nacional, as altas esferas do Judiciário, algumas das maiores empresas do
Brasil e quase toda a imprensa.
O Antagonista só cresceu por causa disso: porque nunca foi – e nunca será –
porta-voz dos criminosos.
Chega de Glenn Greenwald. A festa está terminando. Agora só falta a PF prender o hacker que lhe repassou as mensagens roubadas da Lava Jato. Glenn Greenwald sabe que o hacker será preso. E que seus cúmplices e financiadores também devem acabar na cadeia. Sim, a festa vai terminar. E depois vem a parte aborrecida: limpar o salão.” Diz Diogo Mainardi.
"Greenwald está apenas se servindo do produto de um furto (...) para tentar tirar o chefe de uma organização criminosa da cadeia..."
Greenwald não está fazendo jornalismo, e sabe disso. De bobo, não tem nada; mas está cheio de bobos caindo na sua conversa fiada. Ele está apenas se servindo do produto de um furto – material de autenticidade duvidosa, sujeito a manipulações e não devidamente escrutinado, como foi reconhecido por um dos seus funcionários. Tudo isso para tentar tirar o chefe de uma organização criminosa da cadeia. E, assim, abrir caminho para a anulação de todas as condenações obtidas pela maior investigação de corrupção da história brasileira.
Fonte: O Antagonista


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