CASO BEATRIZ - A LUTA DE UMA MÃE POR JUSTIÇA



Da Redação
Prof. Taciano Medrado

A menina Beatriz Angélica Mota, foi brutalmente assassinada no dia 10 de dezembro de 2015, no colégio Maria Auxiliadora, em Petrolina-PE.

O Desespero de sua mãe diante da inoperância das autoridades e dos poderes constituídos e da impotência dela e de seu esposo o professor Sandro, como é conhecido por todos, em não ter o caso de assassinato covarde e brutal da sua filhinha Beatriz ser elucidado, faz com que a mesma tome uma atitude radical – começar uma greve de fome.

Segundo a mãe da pequena Beatriz, ele teria recebido informações de que Alisson Henrique de Carvalho Cunha, suspeito de ter apagado as imagens em que aparecia o assassino da menina, estaria escondido em sua própria casa em Petrolina.

De acordo com Lucinha Mota , ela entrou e contacto com a polícia civil conforme relato a seguir :

Carlos, eu acionei a polícia, pedi para prenderem ele e nada. Tenho amigos lá vigiando. Batem na porta, mas não abrem, mas ele está lá. Já comuniquei ao promotor Dr Fernando e até a delegada de plantão, e espero providências” .

Em uma forma de pressionar as autoridades Lucinha Mota afirmou que só encerrará a greve quando for recebida pelas autoridades:

“Vou ficar assim, nessa greve até me atenderem. No Recife me disseram que o caso Beatriz é prioridade primeira no estado. Agora quero ver se é. Falei diretamente com o Presidente do Tribunal, Dr. Adalberto, que me garantiu apoio total. Mas aqui no fórum não consigo nem falar com um juiz”.


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