TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO APROVA CONTAS DO GOVERNADOR DA BAHIA RUI COSTA


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TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO APROVA CONTAS DO GOVERNADOR DA BAHIA RUI COSTA 

Em sessão realizada na tarde desta terça-feira (4), o Tribunal de Contas do Estado da Bahia (TCE) aprovou — pelo quarto ano consecutivo — as contas do governador Rui Costa, desta vez por 5 votos a 1.
Votaram a favor o relator Antônio Honorato, o vice-presidente do TCE, Marcus Presídio, e os conselheiros Carolina Costa, João Bonfim e Inaldo da Paixão. Contra, apenas o conselheiro Pedro Lino. De acordo com Inaldo da Paixão, o seu voto de aprovação das contas de Rui foi "técnico e consciente".Segundo o vice-presidente do TCE, Marcus Presídio, “é inegável, sobretudo do ponto de vista da gestão fiscal e dos desafios advindos da crise econômica e política do país, que as contas de 2018 apresentam um conjunto satisfatório, implicando em um juízo aprovativo”.
Apesar da aprovação, os conselheiros encaminharam o parecer ao Estado e à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), que analisará o resultado do julgamento, uma série de ressalvas, recomendações e alertas. A maior parte das ressalvas cobra da gestão do governador Rui Costa uma maior transparência nas contas e solução para práticas de governança apontadas pela corte desde 2015. 

COMO VOTARAM OS CONSELHEIROS

O relator das contas de governo, conselheiro Antônio Honorato de Castro Neto, votou pela aprovação com ressalvas e recomendações. O relator também emitiu um alerta para o gasto com despesas com pessoal da Bahia, que ultrapassou 95% do limite estabelecido por Lei.

A conselheira Carolina Costa acompanhou o conselheiro-relator e foi seguida pelo vice-presidente do TCE-BA, conselheiro Marcus Vinicius de Barros Presídio, que votou pela aprovação do parecer com expedição de alerta específico quanto ao limite de despesa total com encargos sociais e pessoal. 

O conselheiro Pedro Lino apresentou voto pela desaprovação das contas do chefe do Poder Executivo. Na fala, Lino declarou que o governador do estado estaria ignorando as recomendações da Corte. 

“Só vamos rejeitar as contas quando chegarmos a uma situação fiscal igual à do Rio de Janeiro? O poder Executivo precisa tomar provisões sobre as recomendações”, indagou Lino. 

O conselheiro João Bonfim votou pela aprovação das contas, seguindo as recomendações e alertas, acompanhando parcialmente o relator. 

Último a votar, de forma separada, o conselheiro Inaldo Araújo também foi favorável à aprovação das contas do gestor.

FONTE: Bahia Noticias 

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