ATAQUES A MORO - O TRIUNFO DO MAL




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O TRIUNFO DO MAL

“De tanto ver triunfar as nulidades De tanto ver triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser honesto.”
Rui Barbosa

Esse não é mais o País do Futebol, definitivamente, não mais, Deus cansou de ser brasileiro e o Papa agora é Argentino, as nulidades descritas por Ruy Barbosa grassam o país como donos de uma verdade que desafia o bom senso e qualquer sentimento de ética que possa ser capaz de assegurar um futuro melhor para o nosso povo.

Esse é o País da Hipocrisia, onde de uma hora para outra esquecemos que há um Estado corrupto em movimento, loteado por partidos e seus políticos, que vivem das negociatas e da divisão do imposto pago pelo suor de milhões de homens e mulheres, que trabalham e pagam para uma nação por anos governada por ratos.

O Estado de Direito estremece pelas conversas de um Juiz com os Procuradores da Lava Jato, que naquele momento se encontravam sozinhos, contra a maior estrutura criminosa já descoberta e precisavam sim de conversar para inclusive se posicionar na mídia dominada por marqueteiros movidos a milhões de reais desviados do Poder Público.

Os marginais, os bandidos, aqueles que lesaram os cofres públicos podiam livremente combinar ações, se valer da consultoria de advogados milionários, Publicitários repletos de notas de reais, setores da imprensa abastecidos com recursos públicos e uma legião de fanáticos que defendem ideologia política sem respeitar qualquer aspecto moral ou de honestidade.

O povo brasileiro que em sua maioria é trabalhador, acredita em um futuro melhor, precisa se posicionar, está na hora de defender aqueles que tiveram a coragem de enfrentar o mecanismo. Permanecemos estarrecidos e indignados com o que fizeram com a Petrobrás, ou não fizeram? Com o que fizeram com o BNDES, ou não fizeram? com a divisão de dinheiro entre partidos, ou não fizeram? E os dólares na cueca, ou não levaram? E as malas de dinheiro?

Se o juiz chama de showzinho da defesa, onde está o prejuízo para o povo brasileiro? Se o Juiz diz que é conveniente manda nota a imprensa, em que fomos prejudicados? Se o Juiz diz que despachará no outro dia um pedido e questiona se é conveniente, onde está o prejuízo para a nação? Se houve prejuízo para a defesa dos marginais, maior foi o crime que cometeram contra o nosso país.

O julgamento de Moro e dos Procuradores não pode ser feito pelo STJ, ou qualquer segmento do judiciário, nem pela classe política interessada, nem pela imprensa que depende dos recursos da administração pública.  O julgamento de Moro e dos Procuradores tem que ser feito por plebiscito, pelo voto popular, estabelecido o debate, de modo que os brasileiros  possam julgar quem lesou a pátria.
Autor: Desconhecido

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