Da redação*
Olá caríssimos leitores,
Os Lulopetistas comunistas estão na torcida para que nas eleições dessa terça-feira(3) para escolher os deputados e senadores dos EUA, os democratas, aliados dos comunistas brasileiros tenham maioria nos colegiados, o que poderia comprometer um nome apoiado por Trump. Mas para os acéfalos vermelhos as eleições presidenciais nos EUA só acontecem daqui a 2 anos. Até lá ninguém mexe nos Bolsonaros e nos seus aliados exilados no pais de Tio Sam.
Até lá muitas aguas irão rolar e muitos eventos acontecerão como pro exemplo o impeachment de alguns dos ministros do STF.
Trump pode se candidatar a reeleição?
A 22ª
Emenda Constitucional: A Constituição dos Estados Unidos, por meio da 22ª Emenda, proíbe expressamente que qualquer pessoa seja
eleita presidente mais de duas vezes.
Mandatos
exercidos:
Trump já exerceu um mandato entre 2017 e 2021 e assumiu novamente a Casa Branca
em janeiro de 2025 após vencer as eleições de 2024. O fato de os mandatos não
serem consecutivos não altera a regra constitucional.
No ponto de vista deste redator chefe, a sucessão de Trump no Partido Republicano deve girar em torno de J.D. Vance,
atual vice-presidente, e Marco Rubio, secretário de Estado. A disputa definirá
os rumos do partido pós-Trump.
Prefiro
Rubio. Tem mais experiência, trânsito político e alcance internacional. Vance
ainda é fraco para liderar chapa presidencial e representa risco eleitoral
considerável.
Entre os democratas, Kamala Harris desponta novamente, embora Michelle Obama seja lembrada. Vejo essa hipótese como improvável, pois popularidade não é força partidária. Um outsider bilionário também pode surgir. Por enquanto, o jogo está aberto.
Os
Estados Unidos já têm data definida para a próxima eleição presidencial. Os
eleitores americanos voltarão às urnas em 7 de novembro de 2028, quando
escolherão o presidente que comandará a Casa Branca pelos quatro anos
seguintes, a partir de janeiro de 2029.
O pleito
será realizado conforme o calendário eleitoral americano, que estabelece as
eleições presidenciais na primeira terça-feira após a primeira segunda-feira de
novembro, a cada quatro anos
A disputa
de 2028 terá uma particularidade importante: definirá o sucessor de Donald
Trump, que, por força da 22ª Emenda da Constituição dos Estados Unidos, não
poderá concorrer a um terceiro mandato presidencial, considerando que já foi
eleito para dois mandatos não consecutivos.
Até lá, o
cenário político americano deverá passar por importantes movimentações
partidárias, articulações e disputas internas, especialmente entre os
republicanos e os democratas, que deverão trabalhar na escolha de seus
respectivos candidatos.
Antes da
eleição presidencial, os Estados Unidos também terão eleições legislativas de
meio de mandato, marcadas para 3 de novembro de 2026. Na ocasião, serão
renovadas todas as cadeiras da Câmara dos Representantes e parte do Senado,
além de diversos cargos estaduais. O resultado poderá influenciar o equilíbrio
de forças políticas em Washington durante a segunda metade do governo Trump.
A eleição
presidencial americana desperta atenção internacional porque os Estados Unidos
exercem influência significativa na economia mundial, no comércio
internacional, na segurança global e nas relações diplomáticas entre as nações.
A
expectativa é de que a campanha de 2028 seja marcada por debates sobre
economia, imigração, segurança nacional, política externa, impostos e o papel
dos Estados Unidos na nova configuração geopolítica mundial.
O calendário já está definido. Agora, as atenções se voltam para as articulações políticas que começarão a desenhar a sucessão presidencial americana.


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