Por Taciano Medrado*
Olá caríssimos,
Como sempre fazem os Lulopetista comunistas, de criarem versões mentirosas conforme suas convicções doutrinárias, o senador Flávio Bolsonaro, e ex-candidato a presidente do Brasil, não fugiu do pais, ele foi acolhido como convidado especial pela maior potência do planeta - os EUA. É preciso desconstruir mais esse Fake News do Lulopetismo.
A ida do
senador Flávio Bolsonaro aos Estados Unidos abre um novo capítulo no cenário
político brasileiro e alimenta o debate sobre os rumos da oposição ao desastroso desgoverno Lula 3.
Para seus
apoiadores, Flávio representa uma das principais referências da resistência
política ao lulopetismo. Nessa perspectiva, sua viagem aos Estados Unidos não
deve ser interpretada automaticamente como uma fuga, mas como um deslocamento
internacional cujo significado político depende das circunstâncias, dos
objetivos e dos desdobramentos que vierem a ser esclarecidos.
Os
Estados Unidos, maior potência econômica e militar do planeta e uma das
democracias mais influentes do mundo, ocupam posição estratégica nas relações
internacionais. Qualquer articulação política envolvendo autoridades
brasileiras e representantes norte-americanos pode despertar atenção, sobretudo
quando ocorre em um momento de forte polarização no Brasil.
Uma
oposição que ultrapassa as fronteiras
Flávio
Bolsonaro tem diante de si o desafio de dialogar com os milhões de brasileiros
que se identificam com o campo político conservador e que desejam uma
alternativa ao projeto representado pelo PT e seus aliados.
O
universo de mais de 60 milhões de eleitores frequentemente mencionado nesse
debate simboliza a dimensão da força eleitoral que se opõe ao lulopetismo.
Entretanto, transformar esse contingente em uma frente política organizada
exige mais do que discursos inflamados: requer liderança, articulação, unidade
de propósitos e respeito às regras democráticas.
A partir
dos Estados Unidos, caso consiga estabelecer interlocuções políticas
relevantes, o senador poderá ampliar o alcance de suas manifestações e dar
visibilidade internacional às pautas defendidas por seus apoiadores. Qualquer
afirmação sobre acordos, convites oficiais ou apoio do governo norte-americano,
contudo, precisa estar respaldada por informações verificáveis.
Resistência
política e democracia
No debate
público brasileiro, setores da oposição utilizam expressões como “ditadura”
para criticar decisões e práticas que consideram autoritárias, diante de decisões controversas contra a direita conservadora do pais e que vem atentando contra as garantias constitucionais, da liberdade de expressão, da independência dos
Poderes e do funcionamento das instituições.
Da mesma
forma, urge se fazer resistência ao atual defenestrado governo, exercida por meios democráticos, com
mobilização política, fiscalização dos atos públicos, liberdade de imprensa e
participação cidadã.
O Brasil
vive um período de intensa polarização, no qual a confiança nas instituições e
a legitimidade das decisões públicas permanecem no centro das disputas
políticas. Nesse ambiente, cabe à oposição apresentar argumentos, questionar
medidas governamentais e defender suas propostas sem abrir mão dos princípios
que sustentam a democracia.
O
desafio de liderar milhões de brasileiros
Agora ja seguro em solo americano e fora do alcance dos tentáculos de uma Suprema Corte de justiça perseguidora, parcial e submissa ao desejos e vontades do Lulopetismo resta o papel político de Flávio Bolsonaro, hoje o maior símbolo da resistência contra a instalação do comunismo no Brasil e seus mais de 60 milhões de apoiadores de fortalecer a oposição e dar voz aos brasileiros que rejeitam o projeto político do PT.
Na
política, viagens podem ganhar significado estratégico, mas é a consistência
das ações que define seus resultados, e Flávio Bolsonaro está desposto a fazer. Como mesmo disse em último vídeo gravada e publicada de que ninguém ira calar a sua voz e jamais abandonaria o Brasil.
O futuro
dessa disputa dependerá não apenas de seus movimentos no exterior, mas também
da capacidade de a oposição atuar de forma organizada e apresentar ao país um
projeto político consistente que possa dar um fim á hegemonia do Lulopetismo por mais de duas décadas.
(*) Professor, analista político e redator chefe do TMNews do Vale — veículo de comunicação independente e com Informação que aproxima com credibilidade

Postar um comentário