Se for aprovado no Senado, Messias já chegará ao STF como sancionado pela Lei Magnitsky e se juntará seus pares


Jorge Messias, advogado-geral da União, indicado por Lula  - Imagem: Rosinei Coutinho - 28.mar.23/SCO/STF

Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), se tornará mais um ministro da Corte com o visto para os Estados Unidos cancelado, caso seja confirmado pelo Senado no posto deixado pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

Jorge Messias, indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva à vaga aberta no Supremo Tribunal Federal (STF), se tornará mais um ministro da Corte com o visto para os Estados Unidos cancelado, caso seja confirmado pelo Senado no posto deixado pela aposentadoria de Luís Roberto Barroso.

Como chefe da Advogacia Geral da União (AGU), Messias foi incluído numa leva de autoridades brasileiras que tiveram o visto cancelado em 22 de setembro. A função da AGU é defender a União em disputas jurídicas. O cancelamento é uma reação do governo Donald Trump à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e pune o que a diplomacia americana chamou de uma "rede-chave" de apoio a Alexandre de Moraes, o ministro relator da ação sobre a trama golpista no Supremo Tribunal Federal.

Na ocasião, além de Messias, tiveram os vistos cancelados José Levi, ex-procurador da República; Benedito Gonçalves, ex-corregedor eleitoral e ministro do STJ; Airton Vieira, juiz auxiliar e assessor do STF.

Ao comentar a atitude da diplomacia americana ainda em setembro, Messias disse que a situação já era "página virada" e que estava focado apoiar Lula em negociações comerciais e na busca de alternativas para enfrentar o aumento do tarifaço imposto por Washington.

Outros sete ministros do STF estão com o visto cancelado: Edson Fachin, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, Carmen Lúcia, Cristiano Zanin, Dias Toffoli e Flávio Dino. Barroso, cuja aposentadoria gerou a vaga agora ocupada por Messias, também teve a permissão para visitar o país norte-americano revogada.

Apenas três ministros da composição atual da Suprema Corte podem viajar aos Estados Unidos: Nunes Marques, André Mendonça e Luiz Fux. Alexandre de Moraes ainda foi sancionado com a lei Magnitsky, que impede que ele faça qualquer transação econômica com empresas dos Estados Unidos.

Com informações da UOL

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