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O atual governo recebeu o país com mais de R$ 54,2 bilhões em caixa, resultado de uma gestão que, mesmo diante de uma pandemia do Coronavírus e sob críticas, conseguiu entregar números positivos e estabilidade fiscal. No entanto, passados três anos, o que se vê é um cenário preocupante: o rombo nas contas públicas já ultrapassa R$ 10 bilhões, revelando uma gestão marcada por desorganização, contradições internas e falta de rumo.
Segundo a CNN Brasil, sob o Lula 3, as empresas federais acumularam um déficit primário de R$ 18,5 bilhões, excluindo Petrobras e bancos públicos, segundo dados do Banco Central. Esse é o maior déficit da série histórica, acendendo um sinal de alerta sobre o impacto que as estatais podem causar no equilíbrio fiscal do país.
O pedido de socorro dos Correios, na última semana, que incluiu um empréstimo de R$ 20 bilhões e um plano amplo de reestruturação, reacendeu o debate sobre a forma como as estatais estão sendo geridas e como o atual cenário ameaça as contas públicas. Para a economista Elena Landau, ex-diretora de privatizações do BNDES, o problema não é apenas macroeconômico: há uma raiz mais profunda, enraizada na visão de que estatais funcionam como instrumento político, e não como empresas.
Segundo Landau, o caso dos Correios é “impressionante”, um verdadeiro estudo de caso do descalabro administrativo. Ela aponta gastos excessivos com propaganda, inchaço de pessoal e obras que sequer fazem parte da finalidade da empresa. Para ela, trata-se de escolhas da administração, marcadas por indicações políticas e interesses internos que corroem a eficiência e impedem uma gestão moderna e sustentável.
A opinião, entretanto, não é consensual. O economista-chefe da Lev Asset Management, Jason Vieira, destaca fatores estruturais que ajudam a explicar a piora das contas das estatais, como o aumento dos custos provocado pela inflação, energia e insumos. Ele também menciona a chamada “inércia regulatória”, que empurra empresas como os Correios a dependerem regularmente de subsídios do governo.
Vieira acrescenta que muitas dessas estatais operam com baixa competitividade e dependem de receitas não recorrentes para fechar as contas. Somado a isso, há o problema crônico das nomeações políticas, frequentemente sem qualificação técnica, especialmente nos conselhos de administração, um elemento que compromete a governança e reforça a fragilidade do modelo estatal.
O resultado geral é um governo que promete muito, entrega pouco e cobra caro. A falta de coordenação, a priorização política sobre a técnica e a incapacidade de gerar resultados sólidos colocam o Brasil em um caminho de atraso e incerteza. A herança deixada, até aqui, é a de uma gestão que desperdiçou recursos, oportunidades e, principalmente, a confiança dos brasileiros.
Redação - TMNews do Vale
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