Olá carissimos,
O Brasil atravessa um momento em que a razão se tornou refém da polarização. Não se debate mais o que é certo, debate-se quem disse. A realidade é filtrada pela militância, e a verdade se torna artigo de conveniência. A guerra ideológica tomou proporções tão grotescas que a simples defesa do Estado de Direito passou a ser motivo de ataque.
A recente megaoperação contra o narcotráfico no Rio de Janeiro é prova disso. Foram 117 criminosos mortos, e quatro policiais assassinados no cumprimento do dever, defendendo inocentes e honrando o juramento de proteger a sociedade. Em qualquer nação séria, a narrativa seria clara: combate ao crime, proteção ao cidadão, defesa da ordem.
Mas no Brasil? Transformaram o enfrentamento ao crime organizado em “chacina”, “massacre” e “genocídio”. Parte da esquerda, com o PT à frente, preferiu atacar o governador Cláudio Castro(PL), pedir sua cabeça e criminalizar a ação policial, como se defender a população e combater facção armada fosse ato monstruoso.
O mais absurdo e irracional é que teve representante da esquerda pedindo minuto de silêncio pela morte dos 117 traficantes. É o fim dos tempos e o inicio das trevas no Brasil.
Por outro lado indignado o Deputado Nicolas Ferreira, da direita, acusou o presidente Lula de se calar diante dos quatros policiais mortos.
A pergunta que não cala:
E se o governador fosse do PT?
Estariam esses mesmos críticos berrando histericamente por investigação e punição — ou estaríamos assistindo discursos emocionados exaltando “o duro enfrentamento ao crime e ao tráfico que domina as comunidades”?
A seletividade moral é gritante. A indignação, conveniência pura. Para alguns, criminoso virou “vítima social”. E não é invenção: foi o próprio Lula quem afirmou que traficantes são vítimas da sociedade, frase que se tornou mantra para quem insiste em tratar criminoso armado de fuzil como pobre coitado incompreendido.
Vamos aos fatos: segundo a Polícia Civil do Rio, os traficantes dos Complexos da Penha e Alemão abasteciam o estado com cerca de 10 toneladas de drogas e 50 a 70 fuzis por mês. Não estamos falando de meninos perdidos, mas de máquinas de morte controlando territórios, destruindo vidas e subjugando famílias inteiras.
Quem vive nesses lugares sabe que bandido não é vítima, a população é.
O que causa espanto não é a operação. Espanto é ver setores políticos e acadêmicos preferindo defender facção armada a reconhecer o trabalho de policiais que morrem para garantir a paz. É ver gente que diz lutar pela justiça chorando lágrimas seletivas só quando convém ao próprio discurso.
Essa inversão moral está empurrando o país para o abismo. Não é debate, é torcida organizada travestida de consciência social. E quando a ideologia vale mais que a vida, a sociedade se torna refém da irracionalidade.
O Brasil precisa escolher:
Quer viver sob o império da lei, ou sob o comando do crime?
Porque quem demoniza a polícia e blinda bandido já escolheu de que lado está. E certamente não é do lado do cidadão honesto.
A razão precisa voltar a valer mais que o fanatismo. Caso contrário, continuaremos assistindo a esse teatro onde criminosos ganham discursos e policiais ganham caixões.
(*) Professor e analista político
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