Por : Taciano Gustavo Medrado Sobrinho
Olá caríssimo(a)s leitore(a)s
Nesse sábado, dia 11 de dezembro, amanheci com uma reflexão na cabeça e resolvi compartilhar com vocês. Pode até parecer mais um texto retórico, afinal quantas vezes fatos como esses já não aconteceram nas nossas vidas. Estou me referindo aos desencarnes súbitos de pessoas (amigos ou parentes).
Na manhã dessa quinta-feira (09) fui tomado de surpresa e perplexidade pela notícia do repentino desencarne de Haroldo Schistek,fundador , idealizador e ex-presidente do IRPAA que foi vitimado por um infarto fulminante.
Para os que não sabem, eu conheço Haroldo há mais de 30 anos, pois moro em frente a citada ONG desde 1990, desde então, me acostumei vê-lo todas manhas se dirigindo ao escritório, muitas vezes ele parava e batíamos um ligeiro papo, sobre diversos assuntos. Haroldo como sempre muito objetivo, não gostava de longos papos, mas sempre muito solícito e atencioso e de uma educação exemplar. Sempre com o mesmo tom de voz, sereno, nunca vi nesses 30 anos Haroldo elevar a voz para quem quer seja, pelo menos que eu tinha presenciado.
Há bem pouco tempo, em um domingo, como sempre fazia meu amigo, colega de Faculdade Tony Jarbas, nos premiava com a sua habilidade de musicista, talentoso solista de guitarra, tão logo terminou a sua "Live", fui tomar meu banho por volta ds 19:00h, quando recebi um telefonema de que Tony havia sofrido um infarto fulminante e não resistiria vindo a óbito. Lembro que ao iniciar a sua "live", Tony Jarbas abiu com a seguinte frase: "UM FELIZ DOMINGO A TODOS "!" Era a sua despedida do plano terreno. Um choque terrível para todos nós, uma vez que instantes atrás nos divertíamos ouvindo ele tocar sua guitarra. Mas com certeza Tony hoje habita outra dimensão e la está cumprindo a sua nova missão no plano espiritual .
Nesta quinta - feira, dia fatídico, jamais imaginaria Haroldo ser o último da sua vida aqui no plano terreno. Quantos planos foram traçados por ele ainda? Hoje (sábado), não sei por que, sai á minha porta, sentei no batente da minha calçada como de costume e tive a sensação de que a qualquer momento ele (Haroldo) iria surgir na esquina e me desejar um “bom dia”. Afinal , quase que todos os finais de semana ele, especificamente aos sábados ele aproveitava para fazer uma verificação no escritório, desde a garagem ao prédio da adminsitração.
Nos preocupamos tanto com o planejamento e a obtenção dos resultados no plano material que descuidamos do plano espiritual. Dormimos convictos de que no dia seguinte tudo ocorrerá conforme o script desenhado. Muitas vezes esquecemos de agradecer pelo dia que se finda, de dá um boa noite a um vizinho, a um amigo ou a um familiar, afinal amanha posso fazer. Esse é o grande equivoco do ser humano em imaginar que ele é senhor do seu destino.
Não percebemos a efemeridade da vida, o quanto ela não passa de um "sopro de vida" e que a qualquer momento pode apagar a luz que a mantém acessa.
Mas afinal, qual O Significado da Morte e o Processo de Luto na visão do Espiritismo
“Na vida, não vale tanto o que temos, nem tanto importa o que somos. Vale o que realizamos com aquilo que possuímos e, acima de tudo, importa o que fazemos de nós! ” (Chico Xavier).
Quando
falamos sobre a morte, é importante compreendermos como cada indivíduo, como a
sociedade em que ele está inserido e como a religião que ele professa, a
compreendem. A crença religiosa professada pelo indivíduo é muito importante,
pois é por meio dessa crença que ele fará a interpretação deste advento.
Dando
continuidade aos posts sobre a compreensão da morte em determinadas religiões,
abordaremos neste post o Espiritismo. Exploraremos como os fiéis dessa religião
se relacionam com a realidade da morte e buscaremos compreender o significado
de seus rituais.
O Espiritismo possui três princípios fundamentais: a imortalidade da alma, a possibilidade de nos comunicarmos com os mortos e a reencarnação. De acordo com os pressupostos do Espiritismo a morte é um momento em meio a um caminho infinito. A morte é uma transformação e não um ponto final, não é o fim. Quando uma pessoa morre os espíritas utilizam a palavra desencarnação, que é justamente a separação do espírito de seu corpo físico. Morrer é continuar vivendo em outra dimensão – a espiritual – com os sentimentos adquiridos, com a visão espiritual expandida, com os amores, as alegrias e saudades do ser, mas também com as imperfeições que não se conseguiu superar.
Por fim, leiam a letra dessa belíssima canção e reflitam e nos tornemos pessoas melhores,
EPITÁFIO - Titãs
Devia ter amado mais
Queria ter aceitado
As pessoas como elas são
Cada um sabe a alegria
E a dor que traz no coração
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Devia ter me importado menos
Com problemas pequenos
Ter morrido de amor
Queria ter aceitado
A vida como ela é
A cada um cabe alegrias
E a tristeza que vier
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar distraído
O acaso vai me proteger
Enquanto eu andar
Devia ter complicado menos
Trabalhado menos
Ter visto o sol se pôr
Para ler mais acesse, www: professortacianomedrado.com

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