ECONOMIA: O país criou 2,7 milhões de vagas de emprego formal em 2021, aponta o Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados).


Foto: Tacilla Medrado

De acordo com os dados divulgados nesta segunda-feira (31) pelo governo, o saldo decorre de 20,6 milhões de admissões e 17,9 milhões de desligamentos. As informações são do FolhaPress.

O saldo mostra uma reversão em relação a 2020, quando o resultado foi de 191,5 mil desligamentos. Naquele ano, o país enfrentava um momento mais severo na economia devido à chegada da Covid-19 e as consequentes medidas de distanciamento social.

O setor de serviços liderou a abertura de vagas, com criação de 1,2 milhão de postos. Nesse caso, abriu vagas principalmente o segmento de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (com 663,8 mil postos criados).

O setor de serviços apresenta melhora em relação ao ano anterior principalmente pela reabertura das atividades em relação a 2020, quando as medidas de isolamento social estavam em nível mais rígido.

Em seguida na lista de desempenho por setor, estão comércio (abertura de 643,7 mil postos), indústria (475,1 mil postos), construção (244,7 mil) e agricultura (140,9 mil).

Todas as regiões registraram criação de vagas no ano. O Sudeste lidera com 1,3 milhão de postos criados, seguido por Sul (480,7 mil), Nordeste (474,5 mil), Centro-Oeste (263,3 mil) e Norte (154,6 mil).

Apesar da criação de vagas, o salário médio real de admissão teve queda real de 6% em relação a um ano atrás --para R$ 1.793,34.

Bruno Dalcolmo, secretário-executivo de Trabalho e Previdência, afirmou que "não há uma preocupação em relação a isso". Segundo ele, em momentos de crise econômica os salários médios sobem pois as empresas contratam quem tem especialização maior; e em momentos de recuperação acontece o inverso, com empresas contratando empregados com nível menor de instrução.

"Claro que uma queda de salários não pode ser dita como bem recebida, mas a gente entende como movimento natural de uma economia que se aquece e gera mais empregos, e é natural o movimento de redução de salário médio de contratação", afirmou.

Luís Felipe de Oliveira, secretário do Trabalho, afirmou que há mais pessoas procurando emprego e encontrando em um momento ainda de pandemia e restrições de produção.

"Muitos diziam que haveria uma pressão na retomada pelo fato de as pessoas voltarem a buscar emprego e não encontrarem, [mas] o que temos visto é que tem caído quase meio ponto percentual a cada mês a taxa de desemprego [considerando a Pnad Contínua, do IBGE]", afirmou.

Os dados do Caged têm mostrado diferença entre o resultado divulgado a cada mês pelo governo e revisões feitas posteriormente.

O governo revisou os dados do mercado de trabalho em 2020, por exemplo. O ano, que registrava até então a criação de 75,9 mil vagas, passou a apresentar um corte líquido de vagas.

O resultado positivo no mês foi registrado apesar de um fechamento líquido em dezembro, o que é tradicional no Caged devido ao desligamento de temporários após as contratações em meses anteriores para a produção de fim de ano. Houve corte de 265 mil postos no mês.

O ministro do Trabalho e Previdência, Onyx Lorenzoni, disse que os dados foram alcançados apesar de medidas tomadas por prefeitos e governadores para limitar a pandemia e que estudos internacionais embasariam que tais políticas não funcionaram -mas, quando tais estudos foram solicitados, o ministério não enviou nenhum.

"Estão aí estudos internacionais que mostram que o lockdown não funcionou, que o lockdown foi um fracasso, e aquele discurso de fique em casa que a economia a gente vê depois trouxeram resultados catastróficos para as nações que adotaram de maneira absoluta", afirmou, sem detalhar.

 

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ONU é autorizada a visitar região chinesa denunciada por violações de direitos humanos

 

Mercado muçulmano em Xinjiang, frequentado pela minoria uigur (Foto: Maxpixel/Divulgação)

A ONU (Organização das Nações Unidas) anunciou na sexta-feira (28) que está em tratativas com a China para uma visita com objetivos investigativos ao território autônomo de Xinjiang. O aval para uma viagem dachefe de direitos humanosMichelle Bachelet à região, que deve ocorrer após os Jogos Olímpicos de Inverno Beijing 2022, pode significar uma rara possibilidade de escrutínio estrangeiro sobre as acusações de violações cometidas contra a minoria étnica uigur. As informações são da agência Reuters.

Bachelet vem tentando há longa data entrar na província que faz fronteira com países da Ásia Central para averiguar denúncias de genocídio por parte de diversas nações. Tal questão é tida como um dos motivos do estremecimento das relações entre Beijing e o Ocidente, ocasionando, inclusive, boicote diplomático aos Jogos de Inverno que têm início na próxima sexta-feira (4). A China interpreta o episódio como uma campanha internacional de difamação.

O gabinete da alta comissária da ONU em Genebra anunciou que a China concordou em receber uma visita à área no noroeste do país, que ocorreria no primeiro semestre do ano. “Os parâmetros dessa visita ainda estão em discussão”, disse o porta-voz de Bachelet, Rupert Colville, acrescentando que ela precisaria de acesso à população civil e envolvimento de alto nível do governo chinês.

O jornal britânico The Morning Post afirmou que a permissão para a visita de Bachelet foi concedida com a condição de ser “amigável”, não sendo, portanto, oficialmente classificada como uma investigação nem gerando relatório subsequente.

Ainda que Beijing negue o uso de “campos de detenção” como prisões em Xinjiang e dê justificativas como o combate ao extremismo religioso, há evidências de abusos contra a minoria, estimada em 12 milhões de muçulmanos de língua túrquica. Investigações recentes identificam estruturas “apagadas” em aplicativos de geolocalização e ao menos 380 novos campos na região desde 2017. Cerca de de 1 milhão de uigures estariam detidos nesses locais, onde seriam submetidos a tortura e trabalho forçado.

O governo chinês permitiu algumas visitas de jornalistas e diplomatas nos últimos anos, porém, sob condições de rígido controle.

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Zhao Lijian, sustentou que Bachelet já havia sido convidada para uma visita ao país há muito tempo, com o objetivo de “intercâmbio e cooperação”. Ele acrescentou que o país é contrário a qualquer “manipulação política” em viagens.

Parlamentares dos Estados Unidos queriam um relatório antes dos Jogos Olímpicos de Inverno, enquanto ativistas se dizem frustrados com o atraso.

“Ninguém, especialmente a principal diplomata de direitos humanos do mundo, deve ser enganado pelos esforços do governo chinês para desviar a atenção de seus crimes contra a humanidade contra os uigures e outras comunidades turcas”, disse Sophie Richardson, diretora da China de Direitos Humanos, com sede em Nova York.

Por que isso importa?

A comunidade uigur habita a região autônoma de Xinjiang, no noroeste da China. A província faz fronteira com países da Ásia Central, com quem divide raízes étnicas e linguísticas.

Denúncias dão conta de que Beijing usa de tortura, esterilização forçada, trabalho obrigatório e maus tratos para realizar uma limpeza étnica e religiosa em Xinjiang.

Estimativas apontam que um em cada 20 uigures ou cidadãos de minoria étnica já passou por campos de detenção de forma arbitrária desde 2014. O governo chinês admite a existência de tais campos, que abrigam mais de um milhão de pessoas, mas alega que eles servem para educação contraterrorismo.

O governo de Joe Biden, nos EUA, foi o primeiro a usar o termo “genocídio” para descrever as ações da China em relação aos uigures. Em seguida, Reino Unido e Canadá também passaram a usar a designação, e mais recentemente a Lituânia se juntou ao grupo.

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Cheia do Rio São Francisco provoca mudança no cenário das áreas ribeirinhas das cidades de Juazeiro e Petrolina. Veja vídeos!

 

Fotos- redes sociais (Facebook e Instagram)
Da Redação

Passados quase 20 dias desde que a barragem de Sobradinho abriu suas comportas no dia 12 de Janeiro,  fazendo com que a vazão do Rio São Francisco aumentasse atingindo, hoje,  dia 31 de janeiro os 4.000 metros cúbicos por segundo,  o cenário das áreas ribeirinhas, a exemplo da orla fluvial das cidades de Juazeiro, no Norte da Bahia e Petrolina no sertão pernambucano mudaram radicalmente conforme mostra as imagens em fotos e vídeo dessa matéria .



Vídeos - Jorginho Mendes

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DANDO O TROCO: Ex-presidente Dilma Rousseff, rebate editorial do Estadão: "Tem obsessão por impedir eleição democrática. Um jornal em Diminutivo"

 

Foto reprodução internet

A ex-presidente Dilma Rousseff (PT) rebateu nesta 2ª feira (31.jan) editorial publicado pelo jornal O Estado de S. Paulo  (Reveja), no domingo (30.jan). A petista divulgou texto em que afirma que a publicação “hoje é um tabloide movido por uma obsessão: impedir a eleição democrática em outubro”. 

No editorial intitulado “Lula esquece, o país lembra”, o jornal afirma que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, hoje pré-candidato ao Palácio do Planalto, não sabe lidar em sua campanha a um novo governo com o assunto “Dilma Rousseff e seu trevoso governo”. 

É um assunto que Luiz Inácio Lula da Silva tem especial dificuldade de lidar. O líder petista pode até falar do apartamento triplex no Guarujá ou do sítio de Atibaia – temas naturalmente desconfortáveis, que escancararam ao país o modo como o ex-sindicalista, que sempre bradou contra os patrões, lida de fato com os empreiteiros camaradas –, mas não faz ideia de como abordar este assunto: Dilma Rousseff e seu trevoso governo”, diz o texto.  

Ao longo do editorial, o jornal afirma que o governo da petista foi desastroso e que Lula teve responsabilidade direta no caso por ter alçado Dilma à Presidência. Diz também que o governo de sua sucessora provocou recessão econômica, crise social, inflação, desemprego, desorganização da economia, manipulação de preços e irresponsabilidade fiscal, o que, segundo o jornal, levou às “famosas pedaladas” fiscais. A questão motivou o impeachment da ex-presidente em 2016. 

Sem nenhum exagero, o governo de Dilma foi a gestão dos sonhos dos petistas, com a aplicação – sem freios, sem limites e sem diálogo – de todas as teorias, ultrapassadas e equivocadas, que o PT sempre defendeu e, pasmem, ainda defende”, diz o texto. 

Ao rebater o editorial, Dilma afirmou que seu governo “produziu algumas das maiores realizações da história do país”. A ex-presidente afirmou que em 2014 o Brasil chegou a menor taxa de desemprego e saiu do Mapa da Fome e lembrou dos programas Mais Médicos e Minha Casa Minha Vida. 

“Entendo que, exatamente ao contrário do que pretende o Estadinho, não se deve esconder, de maneira alguma, o fato de que, mesmo debaixo da mais massacrante sabotagem política já promovida no Congresso a um governo democrático, por meio de pautas bombas e de um boicote brutal das ações administrativas, processo iniciado no dia exato da minha reeleição, ainda assim alcançamos resultados fiscais rigorosamente superiores aos exibidos nos períodos de governo de FHC [Fernando Henrique Cardoso]”, escreveu Dilma. 

Ao longo do texto, a petista também diz que o jornal perdeu leitores e cita a diminuição da versão impressa do periódico. Em outubro de 2021, o Estadão fez uma reforma gráfica em que passou a adotar o formato germânico ou berliner, menor do que o tamanho anterior.

Leia a íntegra do texto divulgado por Dilma Rousseff: 

Um jornal em diminutivo

Dilma Rousseff

O editorial de domingo, 30, do jornal Estado de S. Paulo mostra que a miopia do Estadão, que hoje tem aumentativo apenas no nome de fantasia, não é doença, mas extremismo de direita. Calculado e indisfarçável. O jornal, que vem diminuindo ano a ano, inclusive fisicamente, hoje é um tabloide movido por uma obsessão: impedir a eleição democrática em outubro. 

Já fez isto em 2018 quando, na véspera da eleição, jogou no lixo o que restava de dignidade à antiga família Mesquita para cometer o crime de afirmar que a opção entre um professor universitário, reconhecidamente democrata, e um deputado fascista era uma escolha difícil para o eleitor.

O Estadão já pode ser chamado de Estadinho. Apequenou-se, inclusive no tamanho das páginas. E segue no caminho do desaparecimento, depois de perder leitores e público, com tiragem cada vez menor. Segue movido apenas por obsessões que, em vez de disfarçar, ressaltam as mentiras que publica. 

Exatamente ao contrário do que diz o jornal, estão frescas, na memória do povo brasileiro, os resultados produzidos pelos oito anos de governo Lula e pelos quatro anos que me foi dado o direito de governar sem a sabotagem aberta e sem o golpismo iniciado exatamente no dia em que fui reeleita. 

Cumpri um ano e três meses de governo no meu segundo mandato com sabotagem escancarada, com o apoio do jornal, e instrumentalizada, inclusive nas páginas do Estadinho. O povo lembra. São lembranças da realidade e dos fatos, e não do ódio do jornal e da imprensa oligopolista brasileira.

Lula deixou seu segundo mandato com mais de 80% de aprovação e reconhecimento popular. Eu, durante meu mandato inteiro, dei continuidade às grandes realizações de Lula. Mas fiz mais. Ampliei as iniciativas que transformaram o Brasil num país bem-sucedido e o brasileiro num povo feliz e com a maior autoestima de sua história.

No primeiro mandato, entre 2010 e 2014, apesar da forte oposição que enfrentei, em tese algo normal num regime democrático, meu governo produziu algumas das maiores realizações da história do país – contra a vontade do Estadinho, é bom que se diga. 

Em 2014, conquistamos a menor taxa de desemprego da história do país – uma média mensal de 4,8%, que caracteriza uma situação de pleno emprego. Trabalho formal, é justo dizer. Empregos com carteira assinada e direitos trabalhistas, que o Estadinho e os governos que o jornal apoiou e apoia destruíram, depois de me derrubar. 

Não causa surpresa que o jornal, tanto quanto os golpistas que me destituíram sem que até hoje tenha sido caracterizado crime de responsabilidade, classifiquem como “teorias ultrapassadas e equivocadas”, que devam “ser escondidas”, o repetido acúmulo de recordes mensais de Investimento Estrangeiro Direto no país. No meu governo, ampliamos a conquista de Lula e chegamos à marca de US$ 370 bilhões em reservas internacionais. Parece trivial, mas na história brasileira tal valor jamais foi alcançado. 

Entendo que, exatamente ao contrário do que pretende o Estadinho, não se deve esconder, de maneira alguma, o fato de que, mesmo debaixo da mais massacrante sabotagem política já promovida no Congresso a um governo democrático, por meio de pautas bombas e de um boicote brutal das ações administrativas, processo iniciado no dia exato da minha reeleição, ainda assim alcançamos resultados fiscais rigorosamente superiores aos exibidos nos períodos de governo de  FHC.

Por óbvio, a história elitista e de exclusão social do Estadinho — que sempre teve o condão de liderar a plutocracia paulista — não permite acreditar que o porta-voz do mais radical conservadorismo brasileiro pretenda dar importância a resultados extraordinários alcançados pelo meu governo, que são dignos de serem exibidos com orgulho em qualquer campanha eleitoral. 

Foi no meu mandato, em 2014, que o Brasil conquistou a maior de suas façanhas: sair do Mapa da Fome da ONU. Graças a todas as políticas que realizamos desde a posse de Lula, em 2003. Também foi sob o meu mandato, cujas realizações o jornal gostaria de esconder, que pela primeira vez na história 63 milhões de brasileiros tiveram acesso gratuito à assistência de saúde, por meio do programa Mais Médicos. 

Além disso, nunca em nossa história, mesmo em governos democráticos, nos governos do PT e no meu em particular nunca tantos brasileiros de baixa renda obtiveram o direito de acesso à casa própria, com o Programa Minha Casa Minha Vida, e ao ensino superior, através da política de cotas e de facilidade de acesso a universidades privadas. 

Para o Estadinho, é melhor que tudo isto seja escondido dos brasileiros. Sobretudo em uma campanha eleitoral. Mas como os brasileiros já há muito tempo não acompanham mais o jornal, sem dúvida saberão o que o meu governo fez. E se orgulha de ter feito. E, na medida do possível, continuará vendo ser realizado, a partir de 2 de janeiro de 2023, quando Lula assumirá pela terceira vez a Presidência da República.

Contra a vontade do Estadinho. Mas pela força do povo. A força da maioria do povo. Como nas grandes e melhores democracias.

Com informações do Poder 360

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POLITICA: Guido Mantega admite erro no governo Dilma e diz que não será ministro de Lula, caso ele seja eleito.

 

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Foto: Agência Brasil
O ex-ministro da Fazenda Guido Mantega descartou nesta segunda-feira (31) a possibilidade de participar de um eventual governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Ele também admitiu ter cometido erros na condução da política econômica, citando o caso da intervenção no setor elétrico para reduzir a conta de luz, em 2012, no governo Dilma Rousseff (PT). As declarações foram dadas em entrevista à Bloomberg.

"Não pretendo voltar. A economia tem ciclos; você fica com a parte boa, mas se a economia não funciona, a culpa é do ministro. Fiquei no governo por 12 anos seguidos. Já dei a minha parte", disse o ex-ministro.

Mantega foi ministro do Planejamento no primeiro governo Lula e assumiu o Ministério da Fazenda em 2006, no final do mandato. Ocupou o cargo até janeiro de 2015, saindo poucos meses antes do impeachment da ex-presidente Dilma.

O ex-ministro negou que pretende elaborar um programa econômico exclusivamente para o PT. "Lula terá muitas alianças políticas, você não pode governar sozinho", disse. "Depois que o grupo de partidos estiver confirmado, você vai começar a discutir um programa que tem que ser aceito por todos, não pode ser um programa imposto pelo PT".

À Bloomberg, Mantega reconheceu alguns erros na política econômica de Dilma, durante o período em que comandava a equipe econômica. Ele citou a intervenção do governo no setor de energia, em 2012, para baixar a conta de luz. Depois da intervenção, veio um tarifaço, que fez a conta de luz disparar.

"Isso [corte na conta de luz] não funcionou. As ações da Eletrobras caíram, e você tinha muitos investidores na Eletrobras. Na verdade, acho que cometemos um erro lá."

Para o ex-ministro, o Brasil precisará de um grande plano de investimentos em infraestrutura para 2023, semelhante ao proposto pela gestão Joe Biden, nos Estados Unidos, para tirar a economia da crise em meio a um cenário internacional adverso.

Ele diz que o aumento dos juros pelo Fed (Federal Reserve, o banco central dos EUA), somado à desaceleração do crescimento da China, tornará a recuperação do Brasil mais difícil nos próximos anos. A combinação, diz Mantega, é "potencialmente mortal para a economia".

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POLÍTICA: Presidente Bolsonaro compara eleição a guerra , diz que Lula quer voltar a cena do crime e projeta Dirceu e Dilma em ministério de Lula

 

Foto reprodução internet

A nove meses para as eleições de outubro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) fez mais um discurso duro contra ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), seu provável adversário nas eleições de outubro, e disse que o petista quebrou o país quando ocupou o Planalto (2003-2010) e quer se eleger novamente para "voltar à cena do crime".

"O mesmo cara que quase quebrou o país de vez, que destinou um prejuízo de quase trilhão da Petrobras, quer voltar a cena do crime", afirmou nesta segunda-feira (31) em Itaboraí, norte do Rio de Janeiro.

Atrás de Lula nas pesquisas eleitorais, Bolsonaro participou de cerimônia que marcou o início das operações de uma unidade de tratamento de gás da Petrobras que vai escoar produção do pré-sal. A unidade fica no Polo GasLub, antigo Comperj (Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro).

Em discurso, o presidente comparou a sucessão presidencial a uma guerra e classificou o PT, que governou o país entre 2003 e 2015, a uma quadrilha.

"Estamos numa guerra. Se aquele bando, aquela quadrilha voltar, não vai ser apenas a Petrobras que vai ser arrasada. Vão roubar a nossa liberdade", afirmou Bolsonaro, citando denúncias de corrupção na Petrobras que aconteceram durante os governos petistas.

Bolsonaro ainda afirmou que a eleição de Lula significará a volta de nomes como o ex-ministro José Dirceu e da ex-presidente Dilma Rousseff (PT) ao centro do poder.

"Alguém acha que se o cara voltar Zé Dirceu não vai para a Casa Civil? Dilma no Ministério da Defesa? Defesa, já que ela é mandona e uma arma poderosa conhecida", disse o presidente em tom de piada, para risos da plateia.

O presidente ainda participa nesta segunda-feira de uma solenidade em São João da Barra (RJ), seguido pelos ministros João Roma (Cidadania), Tarcísio Gomes de Freitas (Infraestrutura) e Bento Albuquerque (Minas e Energia).

No evento, divide o palco com o governador aliado Cláudio Castro (PL-RJ), deputados e senadores fluminenses e com a família Garotinho: os ex-governadores Anthony e Rosinha, e a deputada federal Clarissa, que têm base política na vizinha Campos dos Goytacazes.

Na cerimônia, Roma entregou simbolicamente parcela do programa social Auxílio Brasil a sete famílias da região e depois fez discurso agradecendo o presidente pelo "maior programa de transferência de renda da história do país".

Bolsonaro vai anunciar mais uma tentativa de destravar uma ligação ferroviária entre o Rio de Janeiro e o Espírito Santo, que permitiria o escoamento de produção agrícola pelo Porto do Açu, projeto elaborado pelo empresário Eike Batista no norte-fluminense.

A empresa controladora do porto, a Prumo, pediu autorização para a construção de um ramal ferroviário de 41 quilômetros ligando seus terminais a uma região mais próxima do traçado da EF-118, conhecida como Ferrovia Vitória-Rio.

O ramal garantiria carga inicial para a ligação entre o Rio e o Espírito Santo, projeto que começou a ser estudado em 2015, chegou a ser incluído no PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) durante o governo Michel Temer, mas permanece na gaveta.

Com informações do FolhaPress.

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BOLETIM CORONAVÍRUS: Bahia registra o maior número de mortes por Covid em 24h desde agosto de 2021

 


Conforme dados da Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), a Bahia registrou, nesta segunda-feira (31), 32 mortes por Covid-19, seu maior número de para o período de 24 horas desde o dia 28 de agosto de 2021, quando 37 óbitos em decorrência da doença foram registrados identificados. 

Também foram confirmados 3.825 novos casos da Covid nas últimas 24 horas. No total, a Bahia tem, acumulados desde março de 2020, 1.363.312 casos confirmados do novo coronavírus e 27.944 mortes em decorrência da doença.

Neste momento, 30.609 casos da Covid são considerados ativos. O percentual de ocupação das UTIs reservadas para pacientes contaminados é de 74%.

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Prefeitura de Juazeiro mantém interdição temporária no trânsito entre os bairros São Geraldo e Tabuleiro


Dando continuidade às ações do Serviço de Água e Saneamento Ambiental (SAAE) na Barragem do São Geraldo, a Companhia de Segurança, Trânsito e Transporte (CSTT) de Juazeiro informa que manteve a interdição em parte da Avenida Paulo Rios Campelo e a rua da Barragem, no bairro São Geraldo, para realização do serviço. Ambos os locais estão sinalizados. 

Os ônibus das linhas Circular R1 e R2 tiveram seus itinerários alterados. Fiscais de transporte continuam acompanhando e informando os usuários tanto no Terminal de embarque quanto ao longo dos percursos sobre as mudanças. Agentes de trânsito e guardas civis municipais também foram deslocados para auxiliar as equipes do SAAE.

 

 Ascom/CSTT/PMJ

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JUAZEIRO-BAHIA: Secretário de Saúde acompanha avanço nas obras de reforma da Policlínica Municipal de Juazeiro


Foto: Ascom Sesau PMJ

As obras de reforma da Policlínica Municipal de Juazeiro estão a todo o vapor. Nesta segunda-feira (31), o secretário de Saúde de Juazeiro, Fernando Costa, junto do superintendente da Atenção Especializada da Sesau, Eduardo Rafael Sousa Neto, visitou o local e conferiu de perto o andamento dos trabalhos.

No projeto estão sendo construídos sete consultórios, além de consultório ginecológico, salas de raio-x e de mamografia, de pequenos procedimentos, endoscopia, entre outros. “O projeto está sendo bem executado no sentido de respeitar os espaços para melhor atender à população. Vim verificar de perto as instalações e estou muito feliz com o que eu vi aqui. A população receberá um bom presente quando essa obra for entregue. É uma proposta que a prefeita Suzana pediu e nós estamos tratando com muito carinho. Em breve vamos entregar mais uma obra desse governo que tem trabalhado muito e tem se dedicado muito para o bem estar da população”, destacou o secretário de Saúde, Fernando Costa.

Na obra da Policlínica Municipal de Juazeiro estão sendo investidos cerca de R$ 900 mil para a parte estrutural da unidade. A engenheira civil da Sesau, Jannine dos Reis Miranda, destacou que já foi realizada a parte que demandou mais tempo das equipes que estão trabalhando na reforma do local. “Já estamos com 90% do telhado pronto. A gente vai utilizar divisórias de drywall, que são de rápida instalação. Aqui já estamos com 90% do telhado pronto, a parte de calha instalada e testada, e estamos também com a parte de infra de elétrica e hidráulica já prontas. As lajes, que são abertas, já estão impermeabilizadas e com as caixas d’água. Agora estamos na fase aguardando a execução da barita, que é um material específico para revestir as salas de raio-x e mamografia para impedir que os raios ultrapassem as barreiras”, disse a engenheira da Sesau.

O superintendente da Atenção Especializada, Eduardo Rafael de Sousa Neto aproveitou para conferir detalhes do andamento da obra com a equipe de engenharia. “A Policlínica Municipal presta serviço ambulatorial de diversas especialidades, tanto para o município de Juazeiro, quanto para os municípios circunvizinhos da região. Já conseguimos visualizar melhor a disposição das salas e todo o funcionamento da Policlínica Municipal. É bem gratificante perceber que o cronograma está sendo seguido à risca, justamente com o intuito de sempre oferecer estrutura aos profissionais, bem como prestar uma assistência de qualidade à população”, disse.

 

Ascom Sesau PMJ

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SEM MATERIALIDADE: PF diz ao Supremo que Bolsonaro não prevaricou na compra de imunizante Covaxin

 

Foto: Tânia Rêgo /Agência Brasil

O inquérito que apurava suposta prevaricação do presidente Jair Bolsonaro na compra da vacina indiana Covaxin foi concluído pela Polícia Federal sem sugerir o indiciamento do mandatário. Em comunicação enviada ao Supremo Tribunal Federal, a PF diz que não pode imputar a Bolsonaro o crime de prevaricação.

"Não há correspondência, relação de adequação, entre os fatos e o crime de prevaricação atribuído ao Presidente da República Jair Messias Bolsonaro. O juízo de tipicidade, neste caso, sequer pôde ultrapassar o contorno da tipicidade formal. Não há materialidade. Não há crime", diz um trecho do relatório, reproduzido pelo jornal O Estado de S. Paulo.

A Polícia Federal abriu inquérito no dia 12 de julho do ano passado para investigar se o presidente Jair Bolsonaro prevaricou na compra da vacina indiana Covaxin. Ele foi informado, em março, pelo deputado Luiz Miranda (DEM-DF) e por seu irmão, funcionário do Ministério da Saúde, de que teria ocorrido corrupção na compra do imunizante por parte de agentes públicos e não teria tomado providências para apurar as denúncias.

O responsável pela investigação, delegado federal William Tito Schuman Marinho, afirma, segundo O Estado de S. Paulo que Bolsonaro não tinha o "dever funcional" de comunicar aos órgãos de investigação eventuais irregularidades, "das quais não faça parte como coautor ou partícipe", no processo de aquisição do imunizante.

No relatório enviado ao STF, o delegado diz que analisou procedimentos de fiscalização do contrato abertos pela Controladoria-Geral da União (CGU), Tribunal de Contas da União (TCU) e Ministério Público Federal (MPF). Também afirma que colheu depoimentos dos irmãos Miranda; do dono da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, e da diretora da empresa Emanuela Medrades; do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello, e do ex-secretário-executivo da pasta Elcio Franco; e do ajudante de ordens da Presidência da República Jonathas Diniz Vieira Coelho.

"Há obrigação para alguns agentes e órgãos públicos de comunicar, a quem for competente conhecer, a prática de ilícitos. Mas, como foi dito e exemplificado, essa obrigação (um ato de ofício) deve estar, pontualmente, prevista em lei como dever funcional, segundo regra específica de competência, do agente ou órgão público", afirma o policial.

Embora reconheça que Bolsonaro foi alertado pelos irmãos Miranda sobre possível corrupção no Ministério da Saúde e que o presidente não acionou a Polícia Federal antes das suspeitas virem a público, o delegado diz que as declarações prestadas e documentos produzidos por agentes públicos "indicam que houve um acompanhamento contemporâneo (pelo TCU) e, com a publicização dos fatos, posterior (pela CGU)" da execução do contrato, o que em sua avaliação poderia indicar que o governo federal agiu "exercendo o dever-poder de controle dos seus próprios atos administrativos".

Inq 4.875

Com informações da Revista Consultor Jurídico



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Bolsonaro diz que ausência em depoimento da PF foi 'decisão do advogado' em consonância com a AGU: "Tudo que foi tratado com esse advogado, que nos defende, eu cumpri à risca."

 

Foto reprodução internet

O presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira (31) que a falta a depoimento marcado pela Polícia Federal, na última sexta-feira (28), foi uma "decisão do advogado", em referência às orientações do chefe da AGU (Advogado-Geral da União), Bruno Bianco. As informações são do UOl/FolhaPress.

"A decisão foi do advogado. É como um médico, né... Para mim, eu sigo as orientações. Porque, afinal de contas, melhor do que discutir, com todo respeito a vocês da mídia... Tem que discutir nos autos", declarou Bolsonaro em entrevista à TV Record.

A oitiva com o presidente estava marcada para 14h de sexta, em Brasília, por ordem do ministro Alexandre de Moraes. No entanto, o político enviou à PF uma declaração na qual dizia exercer o "direito de ausência".

Na versão da defesa, o posicionamento é respaldado em decisão do Supremo que tratou dos direitos de investigados em apurações policiais.

"Seguindo orientações do advogado-geral da União, Bruno Bianco. Tudo que foi tratado com esse advogado, que nos defende, eu cumpri à risca. E, com toda certeza agora, o plenário do Supremo Tribunal Federal vai decidir essa questão", comentou Bolsonaro na entrevista de hoje.

O presidente é investigado por ter divulgado em suas redes sociais, em agosto do ano passado, documentos sobre uma tentativa de invasão aos sistemas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O objetivo do presidente, à época, era questionar a segurança das urnas eletrônicas.

 

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EMPREGO DE MORO: Alvarez & Marsal recebeu R$ 87 milhões para reestruturar fornecedora da Petrobras

 

Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Alvarez & Marsal, que contou com os serviços de Sergio Moro, ex-juiz da "lava jato", recebeu cerca de US$ 16,5 milhões (R$ 87,5 milhões, na cotação atual) para atuar na reestruturação de uma fornecedora da Petrobras, a Diamond Offshore Drilling, informou o site The Intercept Brasil. A companhia opera duas plataformas de petróleo no Brasil.

A empresa apresentou pedido de recuperação judicial na Justiça do Texas, nos Estados Unidos, em abril de 2020. O procedimento foi encerrado em abril de 2021, cinco meses após a cinco meses após a Alvarez & Marsal ter contratado Moro para ser "sócio-diretor" em Washington, D.C., também nos EUA.

A Tribunal de Contas da União, a Alvarez & Marsal informou ter recebido R$ 83,5 milhões no Brasil entre 2013 e 2021. No entanto, os US$ 16,5 milhões pagos à consultoria pela Diamond Offshore Drilling superam esse valor.

Dessa quantia, US$ 5,3 milhões — equivalentes a 32% do valor total — foram pagos após novembro de 2020, mês em que Moro começou a trabalhar na Alvarez & Marsal.

O presidente da Diamond Offshore, Marc Edwards, afirmou, em documento anexado ao processo na justiça do Texas, que “cerca de 20%” do faturamento da empresa em 2019 veio de contratos com a Petrobras. Em nenhum dos documentos o nome de Moro é mencionado.

Conflito de interesses

O TCU investiga se houve conflito de interesses na atuação de Moro na consultoria. 

O ex-juiz afirmou na sexta-feira (28/1) que recebeu US$ 45 mil mensais em contrato anual com a Alvarez & Marsal, responsável, entre outras, pela recuperação judicial da Odebrecht, um dos principais alvos da quebradeira lavajatista.

De cada R$ 4 que a consultoria dos Estados Unidos fatura de honorários no Brasil, R$ 3, ou 75%, vêm de empresas investigadas pela "lava jato". Mesmo assim, o juiz do finado consórcio de Curitiba foi trabalhar para a organização que lucra com a recuperação judicial de empresas que foram julgadas por ele, o que gerou uma investigação do Tribunal de Contas da União por conflito de interesse.

Em uma transmissão pelas redes sociais, Moro revelou o quanto recebeu da consultoria. Além dos US$ 45 mil mensais, o ex-juiz ainda ganhou um "bônus de contratação" de US$ 150 mil, mas alegou ter devolvido uma parte por encerrar o contrato antes de seu término, para se lançar pré-candidato à presidência da República. Ao todo, recebeu R$ 3,7 milhões.

Com informações da Revista Consultor Jurídico

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Bolsonaro diz que PT desviou R$ 1 trilhão na Petrobras: " PT tinham como objetivo destruir o país “por um projeto de poder”

Foto : ABr

Nesta 2ª feira (31),  em evento de lançamento da pedra fundamental de uma usina termelétrica em São João da Barra, no norte do Estado do Rio de Janeiro, o presidente Jair Bolsonaro (PL) declarou) que os governos petistas foram responsáveis pela má aplicação e desvios de R$ 1 trilhão na Petrobras. Bolsonaro disse que os investimentos estrangeiros chegam ao país cada vez mais porque os investidores “acreditam em quem está à frente do Brasil” atualmente.

Os investimentos de fora vêm para cá por quê? Porque, cada vez mais, eles acreditam no futuro da nossa pátria. Acreditam em quem está à frente da política no Brasil. Não é por acaso. Estamos há 3 anos sem corrupção. Coisa tão comum, tão banal há pouco tempo, que mudou no nosso Brasil“, disse Bolsonaro.

Seguindo presidente Bolsonaro as ações do PT tinham como objetivo destruir o país por um projeto de poder”, e  fez um sinal com as mãos, mostrando 9 dedos, em referência ao ex-presidente Lula, quando falou sobre os prejuízos da Petrobras durante os governos petistas.

Agora há pouco, eu estava em Itaboraí, onde se fizeram presentes o presidente e vários diretores da Petrobras. E ali foi feito um breve relato do que aconteceu de 2003, onde aquele cara assumiu o governo, a 2015. A gente fica até constrangido em falar números perto de pessoas de fora do Brasil. Só na Petrobras, o desviado ou mal aplicado foi da ordem de R$ 1 trilhão“, afirmou, com as mãos levantadas. 

“Que voracidade tinha esse pessoal do PT em meter a mão”, disse Bolsonaro. O presidente também comparou as gestões petistas ao elogiar a atual equipe ministerial. Respondeu críticas sobre atuais ministros que são integrantes do bloco Centrão, entre eles o ministro da Casa Civil (Ciro Nogueira), presente no evento.

Então presidente do PP, Ciro chegou ao governo em agosto de 2021 em um movimento do Planalto para consolidar sua base de apoio no Congresso.

“Olha o nosso ministro Ciro Nogueira, da articulação política. Alguns falam ‘do partido de centro’. Eu já fui do partido dele. Quem é que consegue aprovar alguma coisa sem ter partidos de centro para nos ajudar? Querem que eu vá procurar a ‘esquerdalha’, que só sabe o que é corrupção?”, disse.

O chefe do Executivo afirmou ainda que a cor vermelha é a cor “da violência, da inoperância, do terrorismo e da corrupção”. Em tom de brincadeira, ao reclamar de falhas em seu microfone, disse que a sonoplastia do evento era “de esquerda”.

“Hoje as cores verde e amarelo cada vez mais substituem o vermelho da violência, da inoperância, do terrorismo e da corrupção. Vamos mudar o Brasil. Peço a Deus que continue me dando força para continuar administrando o destino do nosso Brasil“, declarou. 

Texto adaptado do Poder 360

 

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JUAZEIROI-BAHIA: Guarda municipal orienta população e frequentadores do parque fluvial e orla sobre uso de acessórios de segurança para cães

 

Foto: GCM

CSTT (Secretaria de trânsito e Transporte) órgão vinculado à prefeitura municipal de Juazeiro  através da Guarda Municipal, têm reforçado a orientação e fiscalização

No que dispõe sobre as medidas de segurança exigidas aos donos cães que passeiam pela orla e parque fluvial, ruas,e praças do município.

O trabalho de orientação prevê medida que os animais de raças consideradas (violentas) devem, obrigatoriamente, usar focinheira, coleira e guia adequadas enquanto estiverem em locais públicos para garantir a segurança das pessoas que estejam no entorno

De acordo com a Sub inspetora Fabiana Freitas a fiscalização têm sido reforçada constantemente pela Guarda Municipal. “Nós mantemos uma atenção constante à proteção da população, através do policiamento comunitário Em relação aos cachorros, recebemos diversas reclamações de pessoas que transitam pelas imediações do Parque Fluvial e entorno da orla com animais sem os devidos acessórios de segurança estariam passeando pela região. Diante disso, a Guarda Municipal reforçar a fiscalização e orientação aos munícipes para garantir a segurança de todos”,

Texto: Ascom/GCM

 

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