Professor que desviou verba de pesquisa já havia sido investigado pela UnB em 2020

 

foto divulgação policia Federal 
Da   Redação

Universidade de Brasília (UnB) informou, nesta quarta-feira (22), que já havia criado, em 2020, uma Comissão de Sindicância Investigativa para apurar supostas irregularidades no projeto coordenado por Paulo Henrique de Souza Bermejo, professor da faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão de Políticas Públicas (FACE/UnB). Ele é acusado de desviar R$ 65 mil reais de uma pesquisa para instalar persiana em uma mansão.

Segundo publicação do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, a UnB disse ter tomado conhecimento de uma apuração que vinha sendo feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU) e que passou a apurar o caso, "com direito à ampla defesa e ao contraditório".

No ano passado, a comissão criada internamente concluiu o trabalho. Ficou definido que a UnB deveria aguardar a manifestação formal do Ministério da Economia sobre "o teor dos produtos técnicos-científicos e as contas do projeto”, além de aguardar também o TCU se posicionar “quanto ao mérito da denúncia".

A UnB disse, ainda, que solicitou ao tribunal dados a fim de apurar possíveis responsabilidades e ter conhecimento do teor da denúncia, com o intuito de obter informações acerca do andamento do procedimento de apuração.

ENTENDA O CASO

Segundo informação do Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, Paulo Henrique de Souza Bermejo, da Faculdade de Economia Administração e Contabilidade (Face), é um dos integrantes do esquema ilícito de provável desvio de recursos de projetos pagos pela Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Conforme as apurações, o docente da UnB teria decorado o imóvel usando verbas destinadas para pesquisa em tecnologia. Ao todo, teria desembolsado R$ 65 mil em persianas e blindex; R$ 19 mil na Apple Store e R$ 15 mil no iPlace. De acordo com anúncio de aluguel na internet, a mansão tem 950 m², sete quartos e seis vagas na garagem, três andares e elevador.

A residência foi ocupada pelo senador Romário, entre 2012 e 2016, antes de ser usada no suposto esquema.

Para ler mais acesse, www: professortacianomedrado.com

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