EVENTO: Festival Umbuzada +Q Sonora foi um sucesso no formato online. Encerramento aconteceu com Shows in Live de artistas regionais e nacionais



 

Da Redação
Por: Prof. Taciano Medrado

A 8ª edição do Festival Umbuzada +Q Sonora foi um grande desafio, essa foi a primeira definição dada pelos produtores. O projeto idealizado desde 2018 para acontecer como as edições anteriores, de forma presencial, precisou mudar totalmente diante do cenário atual de pandemia. “O grande desafio era, como aquele festival todo pensado ali, visualizado, imaginado por nós, poderia ser colocado dentro do mundo virtual”, disse o curador do festival, Celso de Carvalho.

O Umbuzada teve duração de oito (8) dias, com a programação integralmente virtual, que contemplou os cenários artísticos da música, artes gráficas e audiovisual, com uma programação alta qualidade e diversidade de estilos.

Foram realizadas oficinas gratuitas de stencil art, com o artista juazeirense Junior Rocha, e de videomapping, com o recifense, VJ Gabiru. Nesta edição houve uma programação especial dentro do festival, a 1ª MANÉ (Mostra de Audiovisual Nordestino).

A mostra reuniu obras da Bahia, Pernambuco, Piauí, Ceará e Maranhão, com uma programação diversificada, que apresentou Clip, longas e curtas, sendo documentários ou ficções, Games, uma mesa redonda sobre Realização Audiovisual Nordestina Feminina e a Jam Session. “A gente conseguiu fazer uma programação bem diversificada, com atrações de vários estilos, que atingiu um público também diversificado. E eu fiquei muito satisfeita com o resultado”, explicou a coordenadora de produção do festival, Luciana Carvalho.

Os shows presenciais deram espaço as Lives, no último dia 13, com a apresentação Arnaldo Antunes, Gilsons, A Trupe Poligodélica e Matingueiros. As apresentações tiveram milhares de expectadores do Brasil inteiro e até de outros países.

O Umbuzada nasceu em 2010 como um evento estruturante para inserção de artistas locais no mercado nacional da música e firmou-se como um dos principais festivais de música independente do interior nordestino. O festival cresceu, abraçou novas linguagens artísticas e passou para o cenário virtual, com alcance mundial. O que começou como um grande desafio, tornou-se a oportunidade para o Umbuzada +Q Sonora ganhar repercussão mundial.

Nós adquirimos habilidade no mundo online e aprendemos muita coisa. Acreditamos, agora, que a essa questão virtual, vai sempre acontecer e já estamos visualizando o próximo Umbuzada como um evento híbrido, mesmo que a pandemia se dissipe, nós vamos querer continuar atingindo o Brasil inteiro, continuar levando pra fora do Brasil”, concluiu Celso.

O projeto, realizado pela Conspiradoria e pela Maquinário, com produção associada do Coletivo Coletânea, teve o apoio do Oi Futuro e patrocínio da Oi e do Governo da Bahia, através do Fazcultura, Secretaria da Fazenda e Secretaria da Cultura.

Agradecimento do Festival

Para ler mais acesse, www: professortacianomedrado.com

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