SERVIDORES DO CAMPUS FLORESTA REGISTRAM PATENTE DE SOFTWARE CRIADO PARA UTILIZAÇÃO NA SECRETARIA DE CONTROLE ACADÊMICO DO IF SERTÃO-PE

 


Da:  Redação
Prof. Taciano Medrado

Sistema de Exportação de Dados, esse é o nome do software registrado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI pelos servidores Felipe Omena e Giselda Ferraz (Campus Floresta) e Luciano de Deus (Reitoria). O software foi criado com o objetivo de facilitar o processo de migração de dados pessoais e acadêmicos de todos os estudantes do IF Sertão-PE do Sistema de Apoio à Gestão Educacional (SAGE) para o Sistema Unificado de Administração Pública (SUAP), cuja utilização iniciou-se em 2019 por todos os campi da instituição.

Com a ausência inicial da possibilidade de migração desses dados de maneira automática, a alternativa seria a inserção dos dados de forma individual e manual, o que demanda tempo e se faz uma atividade cansativa. De acordo com os criadores o sistema garante praticidade, agilidade, diminuição do esforço humano na migração dos dados, assim como a diminuição da possibilidade de erros. “Uma atividade que durava 1h ao ser realizada manualmente por um servidor passou a ser realizada em 4 ou 5 minutos. Houve casos em que uma exportação que durava 1 semana foi executada em 1 turno”, garante o professor Felipe Omena, professor da área de T.I E responsável por toda a programação do sistema.

Ainda de acordo com Omena, uma versão original do sistema foi criada para atender uma demanda do campus Floresta na realização de cadastros na Plataforma IF Eventos, por ocasião da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia 2019, assim, por meio da importação dos usuários no SAGE e exportação para o IFEVENTOS, foi possível gerar os certificados de participação no evento. 

“A partir dessa versão eu incorporei as novas funcionalidades, com um levantamento realizado junto à Giselda e Luciano de Deus, e codificamos um robô que pudesse replicar as atividades que um servidor faria, só que de forma automática e mais rápida. Testamos e percebemos que o robô era muito promissor, e começamos a testar com os servidores da Comissão Local de Floresta, posteriormente nos reunimos com a DGTI e vimos que era possível expandir a utilização para todos os campi, assim, fizemos alguns ajustes no robô e geramos outras versões adaptadas aos campi do IF Sertão-PE”, disse ele.

 

Para ler outras matérias  acesse, www: professortacianomedrado.com

 

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